Seminário organizado pelo Centro de Preservação Cultural da USP debate a questão do reconhecimento dos bens culturais Na próxima semana, nos dias 26, 27 e 28 de maio, o Centro de Preservação Cultural (CPC) da USP, instalado na Casa...
A seguridade social no Brasil, muitas vezes, é um nó górdio para quem precisa dela. Seja em atendimentos ambulatoriais ou de emergência, seja para conseguir alguma informação. Quando o assunto é a aposentadoria por tempo de serviço, esse nó fica ainda mais apertado. Isso porque muitos brasileiros ainda não têm claro em que momento de sua vida profissional devem encerrar suas atividades e curtir o bem-vindo ócio. Ou pior: não sabem exatamente como fazê-lo para usufruir uma aposentadoria com qualidade de vida.
Nossa reportagem de capa deste mês trata exatamente disso: os cuidados que se deve antes de se aposentar, para que a parada merecida seja uma vitória, e não mais um motivo de angústia e decepção. Uma questão exemplar é o indivíduo que prefere se aposentar cedo, digamos na casa dos 50 anos, tendo ainda uma vida ativíssima pela frente. Ele está fazendo a escolha certa? “Financeiramente falando, o que compensa mais: você pedir um benefício aos 52 anos, que seja equivalente a 65% do seu salário, ou um aos 62 anos, que seja equivalente a 100%?”, questiona o professor Newton Cezar Conde, da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), criada por docentes da FEA.
As respostas a essas e a outras perguntas que porventura surjam na hora de tomar a decisão de parar de trabalhar e aproveitar a vida com qualidade estão nas páginas a seguir. Boa leitura – e boa escolha.
Marcello Rollemberg, diretor de Redação