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	<title>Comentários sobre: O preconceito em números</title>
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	<description>A USP e a cidade de São Paulo</description>
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		<title>Por: Ises Abrahamsohn</title>
		<link>https://biton.uspnet.usp.br/espaber/?p=4461#comment-134</link>
		<dc:creator>Ises Abrahamsohn</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 23:40:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Prezada Maria Clara Matos 
 
Fiquei surpresa  pelas altissimas percentagens de v&#225;rios tipos de preconceitos, expressos por entre 80 e 94 % das pessoas questionadas, relatadas na pesquisa feita pela  FIPE. Segundo informado na  mat&#233;ria, a pesquisa analisou o universo de alunos, pais e m&#227;es, professores e funcion&#225;rios de 501 Escolas P&#250;blicas  do pa&#237;s. Fui aluna de escola p&#250;blica e acompanhei crian&#231;as que foram alunos de escolas p&#250;blicas na cidade de S&#227;o Paulo e a impress&#227;o que tenho, &#233; que os percentuais s&#227;o muito menores.  
Tamb&#233;m &#233; intrigante que os indices mais intensos de rejei&#231;&#227;o neste estudo foram encontrados contra mulheres, idosos e portadores de necessidades especiais, quando a percep&#231;&#227;o das atitudes discriminat&#243;rias mais frequentes  apontaria orienta&#231;&#227;o sexual e deficiencia mental (se considerados fora do grupo de portadores de necessidades especiais). 
 
Portanto, gostaria de conhecer a integra do estudo bem como as perguntas que foram feitas no question&#225;rio aplicado para poder fazer uma avalia&#231;&#227;o. Como &#233; possivel acessar o estudo ? 
 
Ises de Almeida Abrahamsohn 
Prof. titular aposentada do ICB/USP ]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezada Maria Clara Matos</p>
<p>Fiquei surpresa  pelas altissimas percentagens de v&aacute;rios tipos de preconceitos, expressos por entre 80 e 94 % das pessoas questionadas, relatadas na pesquisa feita pela  FIPE. Segundo informado na  mat&eacute;ria, a pesquisa analisou o universo de alunos, pais e m&atilde;es, professores e funcion&aacute;rios de 501 Escolas P&uacute;blicas  do pa&iacute;s. Fui aluna de escola p&uacute;blica e acompanhei crian&ccedil;as que foram alunos de escolas p&uacute;blicas na cidade de S&atilde;o Paulo e a impress&atilde;o que tenho, &eacute; que os percentuais s&atilde;o muito menores. </p>
<p>Tamb&eacute;m &eacute; intrigante que os indices mais intensos de rejei&ccedil;&atilde;o neste estudo foram encontrados contra mulheres, idosos e portadores de necessidades especiais, quando a percep&ccedil;&atilde;o das atitudes discriminat&oacute;rias mais frequentes  apontaria orienta&ccedil;&atilde;o sexual e deficiencia mental (se considerados fora do grupo de portadores de necessidades especiais).</p>
<p>Portanto, gostaria de conhecer a integra do estudo bem como as perguntas que foram feitas no question&aacute;rio aplicado para poder fazer uma avalia&ccedil;&atilde;o. Como &eacute; possivel acessar o estudo ?</p>
<p>Ises de Almeida Abrahamsohn</p>
<p>Prof. titular aposentada do ICB/USP </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Johnny Notariano</title>
		<link>https://biton.uspnet.usp.br/espaber/?p=4461#comment-132</link>
		<dc:creator>Johnny Notariano</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 22:05:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Johnny Notariano  
Diferen&#231;as existem em todas as esferas administrativas nas rela&#231;&#245;es de trabalho e &#233; justamente essa diferen&#231;a que causa os mais atormentados conflitos interpessoais dentro de uma institui&#231;&#227;o privada ou p&#250;blica. Conviver com as diferen&#231;as tem sido o maior de todos os desafios administrativos e trabalhistas devido aos afluentes que emergem dessa rela&#231;&#227;o ao envolver toda a cultura de gest&#227;o da institui&#231;&#227;o.  
 
A Constitui&#231;&#227;o Federal de 1988 assegura o direito de igualdade para todos ao mesmo tempo em que torna legal algumas diferen&#231;as. Como exemplo o menor que s&#243; pode trabalhar como aprendiz, assistido e com restri&#231;&#245;es e a&#237; se torna l&#237;cita essa diferen&#231;a o que dificulta o trabalho de advogados ao se conciliar a igualdade e as diferen&#231;as. Segue tamb&#233;m as dificuldades com rela&#231;&#227;o ao trabalho da mulher somadas a algumas restri&#231;&#245;es consideradas legais, ao mesmo tempo, em que todos somos iguais perante a lei e em dignidade. Concluem-se ent&#227;o as dificuldades para se lidar com as diferen&#231;as e o melhor &#233; aprender a se conviver com elas, evitam-se assim os constrangimentos dos processos trabalhistas fundamentados na discrimina&#231;&#227;o e preconceito. 
 
O Preconceito geralmente antecede a discrimina&#231;&#227;o, o funcion&#225;rio na empresa &#233; julgado pelas suas limita&#231;&#245;es e n&#227;o pelas suas habilidades. In&#250;meros casos desse tipo j&#225; foram alvo de discuss&#245;es e muitos outros casos semelhantes passam sem ser percebidos. O not&#225;vel no comportamento preconceituoso &#233; a ignor&#226;ncia no momento de n&#227;o respeitar a diferen&#231;a do outro. Coloca-se um r&#243;tulo no diferenciado e dificilmente essa marca se solta, &#233; a id&#233;ia pr&#233;-concebida do outro com rela&#231;&#227;o a diferen&#231;a. Portanto as diferen&#231;as devem ser superadas do contr&#225;rio geram pol&#234;micas que criam desigualdades pass&#237;veis de uma discuss&#227;o processual. O que &#233; lament&#225;vel, a nossa cultura administrativa separa as diferen&#231;as quando deveria ser exemplo a nos enriquecer ao inv&#233;s de abismar o diferente em exclus&#227;o.  
 
A discrimina&#231;&#227;o vem logo em seguida, tamb&#233;m acompanhada de ignor&#226;ncia ao ofender o princ&#237;pio de igualdade, respeito &#224; diferen&#231;a do outro no momento de violar os crit&#233;rios fundamentados no erro, julga-se o funcion&#225;rio diferenciado equivocadamente. O que mais se nota e se acentua na discrimina&#231;&#227;o &#233; a maneira pejorativa e disfar&#231;ada de ver o diferenciado, coloca-o em posi&#231;&#227;o humilhante, desarma-o de todos os modos, marginaliza sua condi&#231;&#227;o humana e afeta sem piedade a sua capacidade de trabalho.  
 
Contudo deve-se ficar atento para os desgastes de relacionamento involunt&#225;rios provocados pelos bajuladores ou puxa-sacos; administradores e chefes mal intencionados.  
 
Ainda na seq&#252;&#234;ncia do Preconceito e Discrimina&#231;&#227;o temos a pior de todas as condi&#231;&#245;es enfrentadas pelas v&#237;timas, o conhecido ASS&#201;DIO MORAL. &#218;ltima tacada daqueles covardes que promovem sem que o funcion&#225;rio perceba uma verdadeira guerra emocional dentro da institui&#231;&#227;o, o terror psicol&#243;gico.  
 
Quando a pol&#237;tica da institui&#231;&#227;o favorece o terror psicol&#243;gico, todos os funcion&#225;rios s&#227;o afetados e &#224; luz da verdade, correm o risco de sofrer esses ataques e com certeza sempre ter&#225; um dia seguinte e a surpresa revelar&#225; a pr&#243;xima v&#237;tima.  
 
Se h&#225; culpa fundada na v&#237;tima, &#233; f&#225;cil para colegas e lideran&#231;a, conden&#225;-la e descart&#225;-la sem problemas com a Lei, mas quando n&#227;o h&#225; culpa, a&#237; come&#231;a o processo maligno do Ass&#233;dio Moral. Os malditos algozes n&#227;o t&#234;m piedade, atacam at&#233; o fim. Por todos os lugares que pisam colocam minas poderosas e o funcion&#225;rio tem que tomar todas as precau&#231;&#245;es, sob pena de sucumbir &#224; press&#227;o.  
 
Os pontos fracos s&#227;o os alvos. As diferen&#231;as j&#225; citadas revelam sempre as causas do ass&#233;dio promovido pelos canalhas.  
 
Interessante, quando se fala em diferen&#231;a no ass&#233;dio moral, pensamos logo em defici&#234;ncias f&#237;sicas ou emocionais, mas tem uma conhecida e n&#227;o lembrada: - A HABILIDADE DO TRABALHADOR NO DESEMPENHO DA FUN&#199;&#195;O COM RELA&#199;&#195;O AOS DEMAIS COLEGAS, E, A SUPERA&#199;&#195;O DOS CONHECIMENTOS SOBRE AS LIDERAN&#199;AS. Essa diferen&#231;a &#233; aquela atacada covardemente em sil&#234;ncio pela casta inferior da institui&#231;&#227;o travestida de l&#237;deres, pois j&#225; ficou provado, ningu&#233;m &#233; assediado por capacidade a menos, com toda a certeza, por capacidade a mais. ]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Johnny Notariano </p>
<p>Diferen&ccedil;as existem em todas as esferas administrativas nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho e &eacute; justamente essa diferen&ccedil;a que causa os mais atormentados conflitos interpessoais dentro de uma institui&ccedil;&atilde;o privada ou p&uacute;blica. Conviver com as diferen&ccedil;as tem sido o maior de todos os desafios administrativos e trabalhistas devido aos afluentes que emergem dessa rela&ccedil;&atilde;o ao envolver toda a cultura de gest&atilde;o da institui&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>A Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988 assegura o direito de igualdade para todos ao mesmo tempo em que torna legal algumas diferen&ccedil;as. Como exemplo o menor que s&oacute; pode trabalhar como aprendiz, assistido e com restri&ccedil;&otilde;es e a&iacute; se torna l&iacute;cita essa diferen&ccedil;a o que dificulta o trabalho de advogados ao se conciliar a igualdade e as diferen&ccedil;as. Segue tamb&eacute;m as dificuldades com rela&ccedil;&atilde;o ao trabalho da mulher somadas a algumas restri&ccedil;&otilde;es consideradas legais, ao mesmo tempo, em que todos somos iguais perante a lei e em dignidade. Concluem-se ent&atilde;o as dificuldades para se lidar com as diferen&ccedil;as e o melhor &eacute; aprender a se conviver com elas, evitam-se assim os constrangimentos dos processos trabalhistas fundamentados na discrimina&ccedil;&atilde;o e preconceito.</p>
<p>O Preconceito geralmente antecede a discrimina&ccedil;&atilde;o, o funcion&aacute;rio na empresa &eacute; julgado pelas suas limita&ccedil;&otilde;es e n&atilde;o pelas suas habilidades. In&uacute;meros casos desse tipo j&aacute; foram alvo de discuss&otilde;es e muitos outros casos semelhantes passam sem ser percebidos. O not&aacute;vel no comportamento preconceituoso &eacute; a ignor&acirc;ncia no momento de n&atilde;o respeitar a diferen&ccedil;a do outro. Coloca-se um r&oacute;tulo no diferenciado e dificilmente essa marca se solta, &eacute; a id&eacute;ia pr&eacute;-concebida do outro com rela&ccedil;&atilde;o a diferen&ccedil;a. Portanto as diferen&ccedil;as devem ser superadas do contr&aacute;rio geram pol&ecirc;micas que criam desigualdades pass&iacute;veis de uma discuss&atilde;o processual. O que &eacute; lament&aacute;vel, a nossa cultura administrativa separa as diferen&ccedil;as quando deveria ser exemplo a nos enriquecer ao inv&eacute;s de abismar o diferente em exclus&atilde;o. </p>
<p>A discrimina&ccedil;&atilde;o vem logo em seguida, tamb&eacute;m acompanhada de ignor&acirc;ncia ao ofender o princ&iacute;pio de igualdade, respeito &agrave; diferen&ccedil;a do outro no momento de violar os crit&eacute;rios fundamentados no erro, julga-se o funcion&aacute;rio diferenciado equivocadamente. O que mais se nota e se acentua na discrimina&ccedil;&atilde;o &eacute; a maneira pejorativa e disfar&ccedil;ada de ver o diferenciado, coloca-o em posi&ccedil;&atilde;o humilhante, desarma-o de todos os modos, marginaliza sua condi&ccedil;&atilde;o humana e afeta sem piedade a sua capacidade de trabalho. </p>
<p>Contudo deve-se ficar atento para os desgastes de relacionamento involunt&aacute;rios provocados pelos bajuladores ou puxa-sacos; administradores e chefes mal intencionados. </p>
<p>Ainda na seq&uuml;&ecirc;ncia do Preconceito e Discrimina&ccedil;&atilde;o temos a pior de todas as condi&ccedil;&otilde;es enfrentadas pelas v&iacute;timas, o conhecido ASS&Eacute;DIO MORAL. &Uacute;ltima tacada daqueles covardes que promovem sem que o funcion&aacute;rio perceba uma verdadeira guerra emocional dentro da institui&ccedil;&atilde;o, o terror psicol&oacute;gico. </p>
<p>Quando a pol&iacute;tica da institui&ccedil;&atilde;o favorece o terror psicol&oacute;gico, todos os funcion&aacute;rios s&atilde;o afetados e &agrave; luz da verdade, correm o risco de sofrer esses ataques e com certeza sempre ter&aacute; um dia seguinte e a surpresa revelar&aacute; a pr&oacute;xima v&iacute;tima. </p>
<p>Se h&aacute; culpa fundada na v&iacute;tima, &eacute; f&aacute;cil para colegas e lideran&ccedil;a, conden&aacute;-la e descart&aacute;-la sem problemas com a Lei, mas quando n&atilde;o h&aacute; culpa, a&iacute; come&ccedil;a o processo maligno do Ass&eacute;dio Moral. Os malditos algozes n&atilde;o t&ecirc;m piedade, atacam at&eacute; o fim. Por todos os lugares que pisam colocam minas poderosas e o funcion&aacute;rio tem que tomar todas as precau&ccedil;&otilde;es, sob pena de sucumbir &agrave; press&atilde;o. </p>
<p>Os pontos fracos s&atilde;o os alvos. As diferen&ccedil;as j&aacute; citadas revelam sempre as causas do ass&eacute;dio promovido pelos canalhas. </p>
<p>Interessante, quando se fala em diferen&ccedil;a no ass&eacute;dio moral, pensamos logo em defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas ou emocionais, mas tem uma conhecida e n&atilde;o lembrada: &#8211; A HABILIDADE DO TRABALHADOR NO DESEMPENHO DA FUN&Ccedil;&Atilde;O COM RELA&Ccedil;&Atilde;O AOS DEMAIS COLEGAS, E, A SUPERA&Ccedil;&Atilde;O DOS CONHECIMENTOS SOBRE AS LIDERAN&Ccedil;AS. Essa diferen&ccedil;a &eacute; aquela atacada covardemente em sil&ecirc;ncio pela casta inferior da institui&ccedil;&atilde;o travestida de l&iacute;deres, pois j&aacute; ficou provado, ningu&eacute;m &eacute; assediado por capacidade a menos, com toda a certeza, por capacidade a mais. </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Johnny Notariano</title>
		<link>https://biton.uspnet.usp.br/espaber/?p=4461#comment-131</link>
		<dc:creator>Johnny Notariano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 23:26:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[T&#225; bom...j&#225; entendi tudo!!! ]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>T&aacute; bom&#8230;j&aacute; entendi tudo!!! </p>
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	<item>
		<title>Por: Johnny Notariano</title>
		<link>https://biton.uspnet.usp.br/espaber/?p=4461#comment-130</link>
		<dc:creator>Johnny Notariano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 23:24:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu enviei um coment&#225;rio, foi retirado? Que tipo de m&#237;dia &#233;m essa? ]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu enviei um coment&aacute;rio, foi retirado? Que tipo de m&iacute;dia &eacute;m essa? </p>
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	<item>
		<title>Por: neusa</title>
		<link>https://biton.uspnet.usp.br/espaber/?p=4461#comment-128</link>
		<dc:creator>neusa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 20:37:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Essa pesquisa sobre o preconceito &#233; muito interessante, tentei encontr&#225;-la na &#237;ntegra, mas n&#227;o consegui. Algu&#233;m poderia informar-me se em rela&#231;&#227;o a homossexualidade a pesquisa separou a masculina da feminina? quais os &#237;ndices? Muito obrigada ]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa pesquisa sobre o preconceito &eacute; muito interessante, tentei encontr&aacute;-la na &iacute;ntegra, mas n&atilde;o consegui. Algu&eacute;m poderia informar-me se em rela&ccedil;&atilde;o a homossexualidade a pesquisa separou a masculina da feminina? quais os &iacute;ndices? Muito obrigada </p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Silvia</title>
		<link>https://biton.uspnet.usp.br/espaber/?p=4461#comment-122</link>
		<dc:creator>Silvia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 00:03:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/?p=4461#comment-122</guid>
		<description><![CDATA[Meus caros, boa noite! 
 
O mundo est&#225; carente de amor e cada vez menos ouvimos se falar de amor. H&#225; orgulho e competitividade entre colegas de trabalho, os quais est&#227;o cada vez mais individualistas e solit&#225;rios. Sem uni&#227;o n&#227;o h&#225; for&#231;a. Esse &#233; o real cen&#225;rio das faculdades, escolas e lares em geral. Lamentavelmente n&#227;o temos expectativas quanto ao t&#233;rmino dos preconceitos, pelo fato das pessoas terem medo, inseguran&#231;a e at&#233; vergonha de expressar o sentimento mais sublime e cada vez mais est&#225; extinto entre os seres humanos... A M O R ]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meus caros, boa noite!</p>
<p>O mundo est&aacute; carente de amor e cada vez menos ouvimos se falar de amor. H&aacute; orgulho e competitividade entre colegas de trabalho, os quais est&atilde;o cada vez mais individualistas e solit&aacute;rios. Sem uni&atilde;o n&atilde;o h&aacute; for&ccedil;a. Esse &eacute; o real cen&aacute;rio das faculdades, escolas e lares em geral. Lamentavelmente n&atilde;o temos expectativas quanto ao t&eacute;rmino dos preconceitos, pelo fato das pessoas terem medo, inseguran&ccedil;a e at&eacute; vergonha de expressar o sentimento mais sublime e cada vez mais est&aacute; extinto entre os seres humanos&#8230; A M O R </p>
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	</item>
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