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	<title>Revista Espaço Aberto 170 &#187; comunidade usp</title>
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	<description>A USP e a cidade de São Paulo</description>
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	<copyright>Copyright &#xA9; Revista Espaço Aberto 138 2012 </copyright>
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		<title>Revista Espaço Aberto 170</title>
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	<itunes:summary>Vida entre o asfalto e o concreto</itunes:summary>
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		<title>Através do corpo e não para o corpo</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 19:03:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encante-se com a filosofia da ioga. Encontro aguça a curiosidade sobre os conceitos e a diversidade da prática oriental Por Márcia Scapaticio Divulgar a prática e a filosofia existente na ioga. Esse foi um dos objetivos alcançados com o Primeiro Encontro de ioga, realizado no Centro de Práticas Esportivas da USP (Cepe), em parceria com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/09/YOGA-PARA-CASAIS.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-12569" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/09/YOGA-PARA-CASAIS-230x300.jpg" alt="" width="230" height="300" /></a>Encante-se com a filosofia da ioga. Encontro aguça a curiosidade sobre os conceitos e a diversidade da prática oriental</em></p>
<p><strong>Por Márcia Scapaticio</strong></p>
<p>Divulgar a prática e a filosofia existente na ioga. Esse foi um dos objetivos alcançados com o Primeiro Encontro de ioga, realizado no Centro de Práticas Esportivas da USP (Cepe), em parceria com o Instituto de Ensino e Pesquisa em Ioga, no final do mês de setembro.</p>
<p>Ao reunir especialistas e praticantes, o encontro foi importante para reforçar os benefícios que esse exercício traz para a mente, refletindo no equilíbrio físico e na postura diante vida. O professor de ioga do Cepe Marcos Rojo esclarece que a validade se dá quando transferimos a filosofia para o cotidiano: “O exercício, por definição, é estável e confortável. Através da postura buscamos uma atitude de relaxar e observar o próprio corpo. A ioga é um sistema de filosofia que ficou conhecido pela prática física, mas o corpo é um objeto para que você tenha experiências e treine essas atitudes. Ou seja, é através do corpo e não para o corpo”.</p>
<p>Embora não haja restrição para se tornar um aprendiz, cada faixa etária é tratada com métodos específicos. Para uma criança, as posições e a teoria podem soar um pouco monótonas, pois ela está na fase de descobrir o mundo e não de observar, entretanto, utilizar elementos lúdicos ajudam a atrair a atenção e o interesse dessa turma. Rojo conta que os módulos de ioga ministrados no Cepe são os mais procurados e as salas estão sempre cheias. “O público é variado e eu percebo que os jovens se iniciam na ioga pelos motivos mais nobres possíveis. Eles dizem que buscam o autocontrole, relaxamento, além da curiosidade pelo assunto. Ninguém está eufórico para emagrecer ou deseja apenas trabalhar a parte estética, o que me deixa muito contente”, completa.</p>
<div id="attachment_12568" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/09/Rojo-explica-a-filosofia-da-prática-da-Yoga.jpg"><img class="size-medium wp-image-12568  " title="Cecília Bastos" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/09/Rojo-explica-a-filosofia-da-prática-da-Yoga-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Rojo explica a filosofia da prática da Ioga</p></div>
<p>Em contraponto com a sociedade ocidental, a meditação conduz a uma situação de auto-observação e controle dos pensamentos, sendo uma resposta positiva ao estresse, prejudicial à saúde e presente na sociedade contemporânea. O professor enfatiza que não é desejável desviar da finalidade dessa prática, induzido por armadilhas ideológicas e de caráter milagroso. “A ioga auxilia no combate ao estresse, por exemplo, mas as pessoas não podem dividir os seus benefícios, dizendo vamos alinhar o corpo, tirar a dor e tantas outras coisas. Se você está com dor nas costas, consulte um fisioterapeuta.” Quando as medidas são tomadas em conjunto as vantagens são maiores, “mas cada profissional deve trabalhar em sua área, sem interferir negativamente no campo do outro”, alerta.</p>
<p>É certo que o ritmo da sociedade, ainda mais nas grandes cidades, é frenético e parece impossível desprender-se dessa rotina para alcançar instantes de meditação, contudo, Rojo define bem essa situação: “Meditar, em geral, é uma briga que travamos com nós mesmos, querendo parar de pensar. Mas a mente não vai silenciar de uma hora para outra e cada segundo que o aluno se fixar num movimento ou respiração é um progresso”.</p>
<p>Como reflexão, o professor menciona a citação de um mestre religioso que esteve presente no encontro: “Se está difícil para meditar, não medite, viva em estado meditativo, não brigue com você mesmo.” A filosofia da ioga provoca impactos positivos no cotidiano dos praticantes, o que só faz aumentar a procura por essa filosofia oriental, que já caiu no gosto do Ocidente.</p>
<p>A ioga faz parte do calendário do Cepe. Em todos os semestres são oferecidas vagas para os interessados nessa prática. Para consultar informações sobre as turmas e os horários, acesse: <a href="http://www.cepe.usp.br">www.cepe.usp.br</a> .</p>
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		<title>Conhecimento e divulgação acadêmica: O trabalho da Comissão de Credenciamento de Periódicos do Sibi</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 12:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunidade usp]]></category>

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		<description><![CDATA[Revistas acadêmicas promovem o debate crítico na Universidade Por Márcia Scapaticio O Sistema Integrado de Bibliotecas da USP faz parte do dia-a-dia da comunidade universitária. A diretora do departamento técnico, Sueli Mara Soares Ferreira, afirma que o sistema reflete a política institucional da Universidade, que prima pelo acesso aberto à informação e à produção científica, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/09/As-capas-artísticas-e-conceituais-da-ARS_EMO_0030.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-11944" title="Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/09/As-capas-artísticas-e-conceituais-da-ARS_EMO_0030-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a>Revistas acadêmicas promovem o debate crítico na Universidade</em></p>
<p><em> </em> <strong>Por Márcia Scapaticio</strong></p>
<p>O <a href="http://www.usp.br/sibi/" target="_blank">Sistema Integrado de Bibliotecas da USP</a> faz parte do dia-a-dia da comunidade universitária. A diretora do departamento técnico, Sueli Mara Soares Ferreira, afirma que o sistema reflete a política institucional da Universidade, que prima pelo acesso aberto à informação e à produção científica, postura que também acompanha uma tendência internacional.<span id="more-11943"></span>Para reforçar essa política e divulgar a produção de conhecimento, existem as revistas acadêmicas. Uma das revistas credenciadas pelo Sibi e disponibilizadas em seu portal é a <a href="http://www.cap.eca.usp.br/ars.htm" target="_blank"><em>ARS</em></a>, do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Comunicações e Artes. O trabalho é feito desde o ano de 2006 e em caráter semestral.</p>
<div id="attachment_11945" class="wp-caption alignleft" style="width: 223px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/09/Adalberto-Pessoa-Jr_-EMO_0117.jpg"><img class="size-medium wp-image-11945" title="Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/09/Adalberto-Pessoa-Jr_-EMO_0117-213x300.jpg" alt="" width="213" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Adalberto Pessoa Jr</p></div>
<p>Por meio de textos e imagens, a revista promove uma reflexão crítica sobre a produção artística e serve de material de estudo para os graduandos. O secretário Raul Cecílio diz com orgulho que uma conquista recente foi a inclusão da <em>ARS </em>no<strong> <a href="http://www.scielo.org/php/index.php" target="_blank">Scielo</a></strong>: “ Essa é uma base de dados internacionais que indexa periódicos e nós somos a única revista brasileira de artes nesse catálogo. O processo de avaliação foi longo, levando em conta a periodicidade, a qualidade textual e técnica”, conta.</p>
<p>O professor Adalberto Pessoa Júnior, presidente da Comissão de Credenciamento de Periódicos do Sibi explica que eles seguem um regimento interno que define as atribuições e seus critérios de trabalho. “Isso é importante, pois a USP tem compromisso com a qualidade, o que também significa credibilidade com o leitor e instituições internacionais.”</p>
<div id="attachment_11946" class="wp-caption alignright" style="width: 222px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/09/Sueli-Mara-Ferreira-EMO_0107.jpg"><img class="size-medium wp-image-11946" title="Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/09/Sueli-Mara-Ferreira-EMO_0107-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Sueli Mara Ferreira</p></div>
<p>Hoje existem cerca de 80 revistas científicas criadas pelas unidades, mas o total cadastrado no sistema é de 53. “Iremos fazer uma nova divulgação da comissão para aumentar a visibilidade da nossa atuação e promover uma maior adesão das publicações; por vezes a unidade desconhece que pode receber apoio financeiro, de conteúdo e técnico, feitos através do site do Sibi”, afirmam os diretores, que se completam nesse fervilhar de ideias.</p>
<p>No caso da <em>ARS</em>, Cecílio confirma que é fundamental estimular debates e a crítica de arte. “Temos procurado dar espaço à arte contemporânea e mesclar artistas renomados aos novatos, além de resgatar textos históricos e estabelecer uma publicação feita pela USP, que exiba a colaboração de docentes e pesquisadores de outros estabelecimentos de ensino”, completa.</p>
<p>Quando se está no portal, o alcance de uma publicação desse tipo é impressionante. Pessoa Júnior conta “que é grande o número de pessoas dos continentes Africano e Asiático que faz o download dos artigos, logo o impacto das revistas brasileiras aumenta. Isso é um círculo virtuoso, nós auxiliamos a revista e ela também oferece o retorno social e acadêmico”.</p>
<p>Outro projeto do Sibi e da Comissão é continuar promovendo seminários anuais. O próximo está marcado para o mês de novembro. Detalhes da programação estarão disponíveis no <a href="http://www.usp.br/sibi/" target="_blank"><strong>portal do Sibi</strong></a>.</p>
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		<title>Hospital Universitário consolida-se como local de ensino e pesquisa</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 15:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com atendimentos de alta qualidade, foca-se na produção de conhecimento, colocando-se como complementar ao Hospital das Clínicas Por Clara Roman Inaugurada em 1913, a Faculdade de Medicina foi um marco para o desenvolvimento da assistência médica da cidade de São Paulo. No entanto, nos anos 60, quando já fazia parte da Universidade de São Paulo, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/08/HU-2007-Fto-Jorge-Maruta_-Jornal-da-USP-066.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-11123" title="Jorge Maruta" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/08/HU-2007-Fto-Jorge-Maruta_-Jornal-da-USP-066-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a>Com atendimentos de alta qualidade, foca-se na produção de conhecimento, colocando-se como complementar ao Hospital das Clínicas</em></p>
<p><strong>Por Clara Roman<br />
</strong></p>
<p>Inaugurada em 1913, a Faculdade de Medicina foi um marco para o desenvolvimento da assistência médica da cidade de São Paulo. No entanto, nos anos 60, quando já fazia parte da Universidade de São Paulo, novas demandas surgiram para a faculdade. Os jovens exigiam mais vagas e alguns professores desejavam novas disciplinas. Além disso, a USP pretendia que a escola se integrasse ao campus de São Paulo. Na tentativa de conciliar essas necessidades, foi criado, em 1968, o Curso Experimental de Medicina (FM) USP, que localizava-se no Campus Butantã.  Da mesma forma, o Hospital das Clínicas (HC), inaugurado em 1944, visando a fornecer conhecimento prático aos estudantes, não contemplava todas as defasagens de aprendizado dos alunos da FM e do novo curso, pois atendia somente a casos de alta complexidade e especialização. Assim, observou-se a necessidade de um hospital universitário que  possibilitasse ao aluno um aprendizado de atendimentos mais gerais, de gravidade mediana.<span id="more-11122"></span>Durante a década de 1970, a concepção do Hospital Universitário (HU) foi criada pelos professores Eduardo Marcondes Machado e Guilherme Rodrigues da Silva, da FM. Em 6 de agosto de 1981, o Hospital Universitário iniciava suas atividades. Durante os primeiros quatro anos,  funcionaram apenas a maternidade e pediatria. Hoje, suas principais áreas de atuação são clínica médica geral, ala cirúrgica, obstetrícia e pediatria, mas atende a todas as outras áreas de complexidade mediana, com cerca de 1.400 atendimentos diários e 272 médicos disponíveis.<br />
Segundo o professor Paulo Andrade Lotufo, superintendente geral, o objetivo  primeiro do HU é o ensino e a pesquisa, com foco na graduação da Faculdade de Medicina e outros cursos da USP, como Farmácia, Enfermagem, Fisioterapia, Psicologia e muitos outros. “O público-alvo do hospital é o aluno.” Segundo Lotufo, cerca de mil alunos passam anualmente pelo aprendizado.</p>
<div id="attachment_11124" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/08/Emergencia-HU-092-06-cbr001.jpg"><img class="size-medium wp-image-11124" title="Cecília Bastos" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/08/Emergencia-HU-092-06-cbr001-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Emergência do Hospital Universitário</p></div>
<p>O HU faz parte do Sistema Único de Saúde e é muito procurado devido a sua alta qualidade.  Pelo seu caráter duplo, recebe orçamento da USP e da Secretaria de Saúde. Mesmo assim, ainda enfrenta dificuldade para aquisição de novos equipamentos. O processo que a burocracia exige para a movimentação do dinheiro e compra de material, muitas vezes, impede a  finalização da compra. Lotufo cita o caso de licitações que são adiadas ou anuladas por causa de pequenos erros nos editais. “Por incrível que pareça, muitas vezes a gente não consegue gastar o orçamento inteiro. Isso está acontecendo em todo sistema de saúde público.”<br />
O doutor Maurício Seckler trabalha no HU desde 1987. Foi diretor do Departamento Médico e atualmente é presidente do Comitê de Ética em Pesquisa. Ele comenta que por ser considerado um local de ensino, o SUS repassa uma verba maior ao HU, mas que todo hospital exige muito dinheiro. Certos equipamentos exigem um gasto nem sempre compatível com o orçamento que se tem.<br />
Segundo ele, o Hospital Universitário exerce, desde sua criação, um papel intermediário entre os postos de saúde e o “quarteirão da saúde”, como é conhecido o complexo médico do Hospital das Clínicas e proximidade.  O paciente procura um posto de saúde. Se existir a necessidade de um exame mais complexo, é encaminhado para o HU, que o realizará. Caso o problema seja de gravidade muito baixa, o paciente retorna para ser atendido no posto de saúde. Um problema de gravidade secundária, como uma infecção urinária, por exemplo, é tratado no próprio hospital. Se o caso for de alta complexidade, como um câncer, o paciente é encaminhado para o HC.<br />
“Em teoria, o HU deveria atender apenas os pacientes da Região Oeste e os alunos, funcionários e docentes da Universidade”. Mensalmente, são atendidos 12 mil alunos, professores e funcionários da Universidade, com uma média de 153 internações. Mesmo assim, ele é procurado por pessoas de outras localidades. Muitas vezes, o hospital recebe pacientes com doenças em estágio avançado de outros Estados e cidades, que não encontraram outras opções em suas cidades natais. Ele comenta que a maior parte dos setores tem conseguido atender a demanda, com exceção da ortopedia, que atualmente encontra dificuldade para atender todos seus pacientes.</p>
<div id="attachment_11125" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/08/Paulo-Andrade-Lotufo-114-10-Fto-Francisco-Emolo-51.jpg"><img class="size-medium wp-image-11125" title="Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/08/Paulo-Andrade-Lotufo-114-10-Fto-Francisco-Emolo-51-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Andrade Lotufo</p></div>
<p>Um projeto do HU que tem gerado muitos benefícios para seus pacientes é o PAD, Programa de Atendimento Domiciliar. Criado em 2000, o programa completa dez anos com cerca de 100 participantes, que recebem todo atendimento em suas próprias casas. Além de maior conforto para os pacientes, o PAD possibilita que os leitos do próprio hospital sejam desocupados, o que é muito benéfico, uma vez que são feitas 35 internações todos os dias.<br />
Com coordenação do doutor Paulo Sajurada, o PAD atende moradores da região do Butantã, docentes, funcionários e alunos da Universidade.  Pacientes com dificuldade de locomoção são os principais beneficiados. Ao todo, o programa já atendeu cerca de 1.500 pessoas. Além de evitar infecções hospitalares, o ambiente familiar é benéfico para o estado psicológico do atendido.<br />
“O projeto está muito bem e precisaria ser ampliado”, diz. Segundo ele, faltam recursos, mas o hospital já procura mais verbas através da Secretaria Estadual de Saúde. “Eu não conseguiria imaginar o hospital sem o PAD. A quantidade de pessoas que participam equivaleria a duas enfermarias juntas.”</p>
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		<title>Intercâmbio e ensino de línguas são focos da Comissão de Cooperação Internacional</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 15:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Clara Roman Ainda que o Brasil sofra com problemas estruturais na educação e que esteja entre os países com maior desigualdade social, é fato que ele tem expandido suas relações internacionais.  Liderando politicamente o bloco dos emergentes, ganha espaço na mídia estrangeira e pretende estabelecer-se como uma ponte entre o primeiro e o terceiro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/07/weducaabre_70876-85.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10810" title="Reprodução" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/07/weducaabre_70876-85-207x300.jpg" alt="" width="207" height="300" /></a>Por Clara Roman</p>
<p>Ainda que o Brasil sofra com problemas estruturais na educação e que esteja entre os países com maior desigualdade social, é fato que ele tem expandido suas relações internacionais.  Liderando politicamente o bloco dos emergentes, ganha espaço na mídia estrangeira e pretende estabelecer-se como uma ponte entre o primeiro e o terceiro mundo.</p>
<p>Da mesma forma que na política, essa expansão também ocorre no campo do conhecimento. A cooperação internacional torna-se ferramenta importante do processo no estabelecimento de convênios com Universidades estrangeiras e na troca de conhecimento científico.<br />
Na Usp, esse trabalho tem sido feito pela Comissão de Cooperação Internacional, a CCInt, atualmente presidida pelo professor Adnei Melges de Andrade, da Engenharia Elétrica. Indicado pelo reitor João Grandino Rodas, Andrade aponta para a necessidade de expansão do número de estudantes intercambistas da USP. “Nós temos que ter uma inserção internacional de grande qualidade, com a vinda de muitos estudantes. (&#8230;) A USP envia 2% de seus alunos e recebe a mesma porcentagem.<span id="more-10809"></span> Em Universidades internacionalizadas, esse número chega a 30%, ”  segundo ele, a troca cultural que o intercâmbio promove para ambas as partes é muito rica. “A abordagem de solução de problemas está muito ligada à questão cultural. Se nós temos possibilidade de trazer aos nossos estudantes essas diferentes abordagens de problemas, eles enriquecem [culturalmente].”<br />
Atualmente, a CCInt possui convênio com 35 universidades nos diferentes continentes para intercâmbio de graduação. Além disso, participa de quatro programas de intercâmbio internacionais: o Programa de Estudante Convênio de Graduação (PEC-G), Programa de Estudante Convênio de Pós-Graduação (PEC-PG), Programa Erasmus e o Programa Smile. Ainda assim, muitos alunos que buscam a Universidade para realizar um intercâmbio continuam sem atendimento. É o caso de Marina Fagali, estudante de Relações Públicas da ECA, que tentou em 2008 um convênio individual para a Universidad Autonoma de Barcelona e teve seu pedido negado. “Eu queria ir por diversos motivos: para estudar outra língua, para conhecer outra cultura, ter experiências bem diferentes de tudo o que já experimentei aqui no Brasil. Eu queria muito estudar comunicação lá”, conta.</p>
<div id="attachment_10811" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/07/Adnei-Melges-de-Andrade-198-06-cbr01.jpg"><img class="size-medium wp-image-10811" title="Cecilia Bastos" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/07/Adnei-Melges-de-Andrade-198-06-cbr01-300x215.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a><p class="wp-caption-text">Adnei Melges de Andrade, da Engenharia Elétrica</p></div>
<p>Outro ponto de bastante destaque da gestão do professor Andrade será o ensino de línguas. Atualmente, a USP possui cursos de idiomas organizados por Grêmios e Centros Acadêmicos em diferentes unidades e um centro na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Andrade acredita que é necessário expandir esse cenário, em parceria com a CCInt. Além disso, é necessário implantar na USP um curso de língua portuguesa para atender à demanda dos alunos estrangeiros, que muitas vezes buscam esse conhecimento.<br />
A preocupação de oferecer cursos de idiomas para docentes e funcionários também é presente. Nos últimos anos, a CCInt disponibilizou 4.000 bolsas para aprendizado de espanhol,  em parceria com o Instituto Cervantes.  A ideia é que a iniciativa se conserve nos próximos anos.<br />
Uma questão problemática nos programas de intercâmbio é a moradia. Enquanto a maior parte dos brasileiros no exterior tem acesso à moradia universitária, aqui no Brasil isso não ocorre. “Nós não temos moradia suficiente nem para os estudantes do Brasil, quanto mais para os estrangeiros. Ainda não sabemos como proceder, se vamos oferecer aqui dentro ou buscar parceria com associações que fornecem moradia. É um dos projetos desta gestão.”<br />
Em relação à cooperação científica, a USP e o Brasil se destacam. O Brasil é responsável por 2% de toda a pesquisa mundial. Segundo Andrade, esse resultado é diretamente ligado com o alto grau de envolvimento das universidades brasileiras e especificamente da USP no cenário internacional.<br />
Dessa forma, a inserção internacional da USP torna-se fator essencial para sua melhoria interna, auxiliando na formação de seus alunos e expandindo o conhecimento de seus pesquisadores e funcionários. “Nós acreditamos que o mundo encolheu. As fronteiras são muito tênues hoje. Gostaríamos de oferecer oportunidade para todos que desejassem completar seus estudos no exterior”, conclui Andrade.<br />
Para informações sobre convênios e cursos disponibilizados pela CCInt, acesse: http://www.usp.br/ccint/.</p>
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		<title>Consciência do seu ambiente</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 14:35:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[campus butanta]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Meu ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcia Scapaticio Projeto idealizado pela Cocesp trabalha de modo inovador o combate à dengue No verão é comum aparecerem campanhas alertando sobre o combate ao mosquito da dengue. Porém, é importante lembrar que mais do que campanhas sazonais e momentâneas, o modo mais adequado de enfrentar o mosquito são ações de caráter permanente. Esse [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/06/dengue-larvas.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10379" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/06/dengue-larvas-198x300.jpg" alt="" width="198" height="300" /></a></em></p>
<p><strong>Por Marcia Scapaticio</strong></p>
<p><em>Projeto idealizado pela Cocesp trabalha de modo inovador o combate à dengue</em></p>
<p>No verão é comum aparecerem campanhas alertando sobre o combate ao mosquito da dengue. Porém, é importante lembrar que mais do que campanhas sazonais e momentâneas, o modo mais adequado de enfrentar o mosquito são ações de caráter permanente.</p>
<p>Esse é o pensamento que norteia as ações do projeto piloto <a href="link: www.usp.br/cocesp/?p=73&amp;f=133" target="_blank"><strong>Meu Ambiente</strong></a> de prevenção à dengue, idealizado pela Coordenadoria do Campus da Capital (Cocesp) e desenvolvido em parceria com a Faculdade de Saúde Pública (FSP), com a Secretaria de Saúde, com o Instituto de Pesquisa do Sujeito Coletivo e do Laboratório de Cartografia e do Departamento de Geografia da FFLCH.</p>
<p>Hamilcar José Ferreira de Miranda, assistente técnico de direção da Coordenadoria, explica que o trabalho começou em 2001, com varreduras anuais no campus do Butantã. “Em 2007 fizemos uma reunião, chamando os representantes das unidades para discutir o projeto, mas quando marcamos o retorno para averiguar a situação em cada área o número de pessoas presentes foi pequeno.” Tal situação mostrou que era necessário sensibilizar a comunidade universitária para o problema. A partir desse momento, foi feito o contato com o professor Fernando Lefèvre, da FSP, e atual coordenador do projeto.</p>
<p><em> </em></p>
<div id="attachment_10377" class="wp-caption alignright" style="width: 256px"><em><em><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/06/conheca-georeferenciamento-do-ponto-de-instala+º+úo.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-10377" title="Reprodução" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/06/conheca-georeferenciamento-do-ponto-de-instala+º+úo-150x150.jpg" alt="" width="246" height="246" /></a></em> </em><p class="wp-caption-text">Georeferenciamento   do ponto de instalação </p></div>
<p><em> </em>Lefèvre destaca que a dengue é tratada de forma convencional, e que essa postura tem de ser mudada. “Nós precisamos alterar o modo como as campanhas são feitas, pois não está dando certo e a prova disso é que não houve controle da epidemia. Nosso trabalho tem o objetivo de apresentar uma proposta diferente, que envolva uma atividade educativa permanente, com o sentido de prevenção”, completa.</p>
<p>Dados da Cocesp apontam que, entre dezembro de 2009 e fevereiro de 2010, cinco mosquitos foram encontrados nas armadilhas deixadas em lugares específicos do campus.</p>
<p>Miranda afirma que os eixos do projeto são a “informação e a comunicação, no sentido de disponibilizar informações claras e objetivas, fato que provocaria o estágio da conscientização nos frequentadores do campus”.</p>
<p>A experiência em estudos de saúde mostrou a Lefèvre a necessidade de mudança na mentalidade do cidadão, “que deve ser feita sem a obrigação moral, que por vezes é enfatizada nas campanhas tradicionais”. O diferencial da iniciativa é a formação de uma trinca: a realização de um trabalho integrado, associado a uma atitude participativa e de caráter público. O componente da divulgação de informação é enfatizado pelo professor como um ponto-chave, para que a pessoa se veja como parte do meio ambiente. “Através dos cartazes e da divulgação buscamos mensagens que associem a pessoa à ideia de ser o próprio ambiente e não algo exterior a ele. Todos somos o ambiente e o mosquito está incluído nele”, explica.</p>
<div id="attachment_10378" class="wp-caption alignleft" style="width: 233px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/06/conheca-montagem-da-armadilha.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-10378" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/06/conheca-montagem-da-armadilha-150x150.jpg" alt="" width="223" height="223" /></a><p class="wp-caption-text">Montagem da armadilha</p></div>
<p>Lefèvre e Miranda concordam que essa consciência é importante para que resultados positivos apareçam. “Ninguém irá controlar uma dengue teórica, neste caso é preciso que o funcionário saiba onde estão os focos de proliferação. Você precisa saber o que está acontecendo na sua frente e cada um irá cuidar do seu <em>Aedes aegypti </em>(mosquito transmissor da dengue)”, ressalta Lefèvre.</p>
<p>Essa atitude vem se disseminado e alguns funcionários entram em contato quando veem um mosquito suspeito. “Não são apenas ações formais que dão resultado, mas a atitude dos funcionários atentos, que acham um criadouro do mosquito e nos avisam, é um bom reflexo dessa educação ambiental”, confirma Miranda.</p>
<p>Tal aproximação entre a pessoa e seu ambiente também conta com o auxílio da tecnologia. O Laboratório de Cartografia, do Departamento de Geografia da FFLCH, mapeia a Cidade Universitária, apontando os locais onde foram encontrados mosquitos transmissores da dengue. “Essa ação tem impacto direto para que todos percebam esse problema como um inimigo real e não algo distante”, reforça Lefèvre.</p>
<p>A intenção da Cocesp é criar um núcleo de saúde pública para o campus. “A atividade continuada permite que o esquecimento não aconteça e outros problemas podem ser resolvidos por meio da disseminação de informação”, conclui Miranda. O projeto ainda disponibiliza treinamentos presenciais e on-line, oferecidos não só no Butantã, mas aos funcionários dos outros campi da USP, o que proporcionará a sua expansão, pois ainda funciona em caráter experimental no campus da capital. No mês de junho os treinamentos continuam.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Projeto Meu Ambiente de Combate à Dengue</strong></p>
<p><strong>Site: <a href="http://www.usp.br/cocesp" target="_blank">www.usp.br/cocesp</a><br />
Contato:<a href=" meuambiente@usp.br" target="_blank"> </a></strong><a href=" meuambiente@usp.br" target="_blank">meuambiente@usp.br</a></p>
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		<title>Coseas sob nova direção</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 20:49:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Roberta Figueira O reitor da USP, João Grandino Rodas, nomeou no início de abril um novo coordenador de Assistência Social (Coseas). O professor Waldyr Antonio Jorge, da Faculdade de Odontologia (FO), é quem assume a Coordenadoria depois de 12 anos da gestão de Rosa Godoy, da Escola de Enfermagem (EE), e promete mais diálogo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/05/Sou-mais-um.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9794" title="Cecília Bastos" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/05/Sou-mais-um-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a></p>
<p><strong>Por Roberta Figueira</strong></p>
<p>O reitor da USP, João Grandino Rodas, nomeou no início de abril um novo coordenador de Assistência Social (Coseas). O professor Waldyr Antonio Jorge, da Faculdade de Odontologia (FO), é quem assume a Coordenadoria depois de 12 anos da gestão de Rosa Godoy, da Escola de Enfermagem (EE), e promete mais diálogo e transparência.<br />
A Coseas é o setor da Universidade responsável pelo desenvolvimento de atividades nas  áreas de alimentação, creches e promoção social. No segmento de alimentação, a Coordenadoria administra os oito restaurantes universitários (Central, Instituto de Química, Instituto de Física, XI de Agosto na Faculdade de Direito, Saúde Pública, Escola de Enfermagem, dos Docentes e Prefeitura do Campus) que servem cerca de 10 mil refeições diariamente.<span id="more-9790"></span>É responsável também por cinco creches, três delas na capital (Central, da Coordenadoria do Espaço Físico &#8211; Coesf e da Faculdade de Saúde Pública), uma em  Ribeirão Preto (Carochinha) e outra em São Carlos, com capacidade de atendimento de cerca de 640 crianças. Na área de promoção social, gerencia o Conjunto Residencial da USP (Crusp), no campus de São Paulo, promove a alocação de bolsas e auxílios de diferentes naturezas para alunos com necessidades socioeconômicas e realiza a seleção dos beneficiados com a isenção da taxa do vestibular da Fuvest.</p>
<div id="attachment_9795" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/05/Segundo-o-coordenador-o-processo-seletivo-para-o-Crusp-é-transparente-e-democrático.jpg"><img class="size-medium wp-image-9795" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/05/Segundo-o-coordenador-o-processo-seletivo-para-o-Crusp-é-transparente-e-democrático-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Segundo o coordenador o processo seletivo para o Crusp é transparente e democrático</p></div>
<p>A reportagem da Espaço Aberto conversou com Waldyr Antonio Jorge para saber quais novidades os funcionários, alunos e professores podem esperar nos próximos anos da Coseas. Segundo o novo coordenador, o plano de gestão é dar continuidade àquilo que vem sendo feito, mudar o que não está bom e melhorar o que está bom. “ O meu princípio é a total transparência. A minha administração será voltada para o diálogo. Estamos abertos a ouvir as reclamações e as ânsias da comunidade. Não vamos resolver tudo agora, mas vou tentar plantar sementes que não necessariamente vou colher”, afirma. Para ele o papel do coordenador é dar as diretrizes seguindo a orientação política da Reitoria.<br />
No setor dos restaurantes a novidade é a catraca eletrônica, que já foi utilizada no campus de Piracicaba e agora será instalada na capital, primeiro no Restaurante Central e, posteriormente, nos demais. “O sistema é como bilhete único usado no transporte público: a pessoa paga e fica com os créditos na carteirinha”, explica. A instalação não tem prazo exato, mas o coordenador acredita que em 30 dias o sistema já estará em funcionamento.<br />
Na área de creches Waldyr Jorge acredita que a Universidade está trabalhando com muita competência, mas promete incrementar esse atendimento. “Não sou um expert no assunto, mas vou tentar me cercar de pessoas que têm conhecimento na área. Vamos procurar um maior envolvimento com a Reitoria, abrir esse diálogo e tentar melhorar”, afirma. Nesse momento não há projetos de aumento de vagas, no entanto o coordenador garante que levará essa questão ao reitor.</p>
<div id="attachment_9796" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/05/Visitei-o-restaurante-central-e-fiquei-muito-feliz-com-o-que-vi.jpeg"><img class="size-medium wp-image-9796" title="Marcos Santos" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/05/Visitei-o-restaurante-central-e-fiquei-muito-feliz-com-o-que-vi-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Waldyr ficou feliz com o que viu em sua visita ao restaurante central</p></div>
<p>A seleção do benefício da creche, que é baseada no caráter sócio-econômico, também vai merecer uma atenção especial. “Vamos verificarse há falhas e tentar saná-las. Não vamos permitir que haja privilégios. Teremos nossos olhos voltados para esses processos seletivos em todos os setores da Coseas”, promete.<br />
Outra questão que causa polêmica e reclamações é a situação do Crusp. Em relação à invasão do Bloco G por alunos, o coordenador diz que não vê sentido no movimento, mas está aberto ao diálogo. Para ele essa ação de alguns moradores é uma ofensa não à instituição, mas aos próprios pares. “Fui procurar os alunos e fui recebido na porta do bloco G, me apresentei e disse que estou disposto a abrir um canal de diálogo. Quero conversar com os líderes do movimento, conhecer suas reivindicações, mas até agora não tive resposta”, explica.<br />
Sobre os possíveis casos de irregularidades no Crusp Waldyr Jorge afirma que segundo informações preliminares essa situação não condiz com arealidade, porém promete investigar as denúncias. “Vamos tratar desse problema pontualmente, procurar fazer um censo disso. Teremos que nos assessorar, além da estrutura da Universidade, com os próprios usuários do Crusp, por meio da Amorcrusp (associação dos moradores)”, garante.<br />
O novo prédio do conjunto residencial, que deverá ser concluído nos próximos dois meses, abrirá 404 novas vagas. O processo seletivo para o preenchimento dessas vagas já está em andamento. Segundo o coordenador essa seleção é feita de forma democrática, técnica e transparente. “Não temos nada a esconder”, afirma.<br />
<a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/05/A-creche-é-hoje-a-menina-dos-olhos-no-sentido-de-ser-gratificante-para-a-USP.jpeg"><img class="alignright size-medium wp-image-9797" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/05/A-creche-é-hoje-a-menina-dos-olhos-no-sentido-de-ser-gratificante-para-a-USP-198x300.jpg" alt="Para Waldyr a creche é hoje a menina dos olhos no sentido de ser gratificante para a USP" width="198" height="300" /></a>A respeito de novas contratações Waldyr Jorge diz que está se interando sobre os quadros para ver se há real demanda. “O quadro de funcionários tem que ser compatível ás nossas necessidades. Um dos pleitos que irei fazer junto à Codage é de que as contratações sejam automáticas, não imediatas, mas um processo mais rápido”, explica.<br />
No setor da promoção social existe a Comissão de Gestão da Política de Apoio à Permanência e Formação Estudantil na USP, que cuida do apoio sócio econômico, é dirigida pelo vice-reitor e tem o coordenador da Coseas como vice-presidente. A comissão, que traz projetos de bolsas diversas pertinentes ao apoio aos alunos da graduação e pós-graduação, também conta com associação de pós-graduandos, representantes do DCE e participação das Pró-Reitorias. “Existe um trabalho que já está em andamento no qual estou me envolvendo para tentar implementar o que for necessário. Não é novo, não fui eu que fiz, mas tentarei contribuir com minha participação”, explica.<br />
Para Waldyr Jorge o coordenador deve ter uma visão do global e uma orientação dos pontos específicos evitando os conflitos, atenuando os confrontos e dando condições de trabalho, soluções e resultados. E é isso que garante que vai tentar realizar em sua gestão.</p>
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		<title>Tratamento especializado para pacientes especiais</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 14:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Centro de Atendimento a Pacientes Especiais (Cape)  oferece tratamento dentário para pessoas com problemas sistêmicos. Por Roberta Figueira “Eu estava com o dente inflamado e ninguém queria me atender, fui ao posto de saúde e eles me encaminharam para o Cape” declara Paula Ramos, portadora de diabetes tipo 1, paciente do Centro de Atendimento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8831" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/Esses-pacientes-especiais-merecem-um-tratamento-especializado.jpeg"><img class="size-medium wp-image-8831" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/Esses-pacientes-especiais-merecem-um-tratamento-especializado-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">“Esses pacientes especiais merecem um tratamento especializado”, diz a coordenadora do Cape</p></div>
<p><em>O Centro de Atendimento a Pacientes Especiais (Cape)  oferece tratamento dentário para pessoas com problemas sistêmicos.</em></p>
<p><strong>Por Roberta Figueira</strong></p>
<p>“Eu estava com o dente inflamado e ninguém queria me atender, fui ao posto de saúde e eles me encaminharam para o Cape” declara Paula Ramos, portadora de diabetes tipo 1, paciente do Centro de Atendimento a Pacientes Especiais da Faculdade Odontologia (Cape &#8211; FO) há dois anos. O objetivo do centro é ajudar pessoas como Paula, que não conseguem atendimento em clínicas odontológicas tradicionais que não possuem profissionais preparados para cuidar de pacientes comprometidos sistemicamente.</p>
<p>O Cape foi idealizado pelo professor Ney Soares de Araújo, em meados da década de 1980, em decorrência do grande número de pacientes infectados pelo HIV(vírus da imunodeficiência humana). “Naquele tempo a comunidade científica não tinha muito conhecimento sobre o vírus da Aids, então todos os profissionais tinham medo de atender esses pacientes. Foi nesse momento que surgiu o projeto de uma clínica odontológica especializada no atendimento a esses pacientes” conta a doutora Marina Gallottini de Magalhães, atual professora coordenadora do centro.</p>
<p>Junto com os pacientes soropositivos surgiram rapidamente outros com necessidades especiais diversas e assim nasceu, em 1989, o Cape. “Hoje nosso centro é um ambulatório que provê atendimento odontológico a pacientes que têm algum problema além do dentário”, explica a doutora Marina.<br />
<span id="more-8830"></span></p>
<div id="attachment_8833" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/A-doutora-Maria-Helena-Magalhães-é-coordenadora-do-Cape1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-8833" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/A-doutora-Maria-Helena-Magalhães-é-coordenadora-do-Cape1-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">A doutora Maria Gallottini de Magalhães é professora coordenadora do Cape</p></div>
<p>Os pacientes são divididos em três categorias que regularizam o que é considerado pelo Cape um paciente com necessidades especiais.  O primeiro grupo é de pacientes portadores de doenças psicomotoras, como deficiências mentais, deficiências físicas, paralisia cerebral, síndromes de malformação, autismo etc.</p>
<p>Outra categoria é a de portadores de doenças infectocontagiosas, como Aids, hepatite B, hepatite C, tuberculose e HTLV(retrovírus da família do HIV). E por fim são atendidos também os chamados pacientes portadores de doença sistêmica crônica, grupo que mais cresce em termos de número absoluto, como cardiopatia, diabetes, doenças autoimunes, insuficiência renal crônica, transplantados e irradiados na região de cabeça e pescoço.</p>
<p>Segundo a doutora, o dentista em sua formação usual fica inseguro de atender esse paciente no consultório porque não está preparado. Um dos objetivos desse centro é justamente espalhar esse tipo de conhecimento e fazer com que o dentista, como profissional de saúde, atenda não apenas aos pacientes saudáveis. “Estamos abertos para receber colegas formados. Promovemos cursos de especialização nessa área. Às vezes recebemos dentistas de outros Estados que depois abrem centros similares em suas cidades. Passando esse conhecimento a gente multiplica a capacidade de atendimento a essas pessoas que normalmente são prejudicadas pelo sistema de saúde”, diz Marina.</p>
<div id="attachment_8834" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/O-Cape-é-considerado-o-braço-clínico-da-Patologia-da-Faculdade-de-Odontologia.jpeg"><img class="size-medium wp-image-8834" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/O-Cape-é-considerado-o-braço-clínico-da-Patologia-da-Faculdade-de-Odontologia-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;O Cape é considerado o braço clínico da Patologia da Faculdade de Odontologia&quot;</p></div>
<p>O Cape é ligado à disciplina de Patologia da Odontologia (FO). Isso se dá por uma questão histórica, já que o professor Araújo, criador do centro, era professor titular dessa disciplina e as atuais coordenadoras do projeto, as professoras Marina Gallottini de Magalhães e Karem Lópes Ortega, também fazem parte da área. “Costumamos dizer que ele é o braço clínico da Patologia”, conta.</p>
<p>Segundo Marina, no Cape a pesquisa, o ensino e o atendimento são intimamente ligados.  “Se o caso é raro, ou estamos testando uma nova forma de tratamento e queremos colocar o paciente no protocolo de pesquisa, o projeto é submetido ao comitê de ética e o paciente assina um termo de consentimento livre-esclarecido. Se ele não concorda é atendido da mesma maneira, mas se concorda, além do atendimento faz parte do projeto de pesquisa”, explica. O centro faz qualquer tipo de atendimento odontológico com exceção de implante e ortodontia, que são feitos apenas quando fazem parte de alguma pesquisa.</p>
<p>O atendimento é feito por dentistas formados, que estão fazendo especialização ou programa de atualização, sempre sob supervisão. O centro também fará parte em breve de uma disciplina optativa da graduação.</p>
<p>A triagem para novos pacientes acontece anualmente no mês de março, mas elas estão suspensas atualmente. “Estamos agora com 127 pessoas na fila de espera então não vamos fazer triagem por enquanto, porque temos que zerar essa lista antes de receber novos pacientes”, informa Marina. Segundo ela, os tratamentos geralmente são demorados e existem alguns pacientes que não podem ficar na fila de espera porque precisam de atendimento antes de uma radioterapia ou coisa similar. Além do tratamento imediato os pacientes também fazem um acompanhamento posterior para prevenir outros problemas. “Organizamos mutirões também para dar uma limpada na lista”, explica a doutora. O direito ao tratamento no Cape pode ser perdido em alguns casos, como três faltas sem justificativa.</p>
<div id="attachment_8835" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/Além-de-atendimento-o-Cape-também-realiza-cursos-de-especialização-para-dentistas-formados.jpeg"><img class="size-medium wp-image-8835" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/Além-de-atendimento-o-Cape-também-realiza-cursos-de-especialização-para-dentistas-formados-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Além de atendimento o Cape também realiza cursos de especialização para dentistas formados</p></div>
<p>Sobre os critérios utilizados na triagem a doutora explica que é muito subjetivo, pois dentro dessas três categorias existem inúmeras variações e casos que precisam ser avaliados individualmente. “Vou participar de fórum em Brasília para definir melhor essa lista”, informa ela.</p>
<p>Em casos de urgência o Cape geralmente realiza o atendimento imediato, mas há uma avaliação para confirmar essa necessidade. “Quando o caso é sério e urgente nós atendemos, mas depois a pessoa é mandada para o final da fila”, explica Marina. Segundo a doutora, apesar do grande número de pacientes o Cape é pouco conhecido até mesmo dentro da USP.</p>
<p><strong>Centro de Atendimentos a Pacientes Especiais (Cape)</strong><br />
<strong>Local: </strong>Av. Prof. Lineu Prestes, 2.227, Cidade Universitária<br />
<strong>Fone: </strong>(11) 3091-7859<br />
<strong>E-mail:</strong> klortega@usp.br/mhcgmaga@usp.br<br />
<strong>Horário:</strong> segunda a sexta, das 8h às 17h</p>
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		<title>Novo Portal de vídeo à disposição da USP</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comitê Gestor da Internet no Brasil e USP lançam Portal Zappiens.br, com vídeos na língua portuguesa Por Amanda Previdelli Para quem está cansado de pesquisar e encontrar apenas vídeos das áreas de educação e cultura em línguas estrangeiras na internet, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), através de Grupo de Trabalho em Gerência [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/picture-2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-8268" title="Divulgação" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/picture-2-300x174.jpg" alt="" width="300" height="174" /></a><em>Comitê Gestor da Internet no Brasil e USP lançam Portal Zappiens.br, com vídeos na língua portuguesa</em></p>
<p><strong>Por Amanda Previdelli</strong></p>
<p>Para quem está cansado de pesquisar e encontrar apenas vídeos das áreas de educação e cultura em línguas estrangeiras na internet, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), através de Grupo de Trabalho em Gerência de Vídeo da RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa) e parceria com a USP, apresentou uma solução: o Portal Zappiens. O <a href="www.zappiens.br" target="_blank">site</a> é a resposta que o Grupo encontrou para a necessidade de melhores mecanismos de gerência para distribuição de vídeos e conteúdos em português na rede.<br />
Segundo Henrique Faulhaber, conselheiro do CGI, o Portal seria um “repositório de vídeos onde as instituições poderiam colocar seu material além de um serviço de busca ligado às instituições parceiras. Todos os vídeos ficariam disponíveis para os usuários da internet visualizarem”.  O projeto foi feito com subsídio da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e o Larc (Laboratório de Arquitetura e Redes Computacionais) da Poli-USP foi contratado para desenvolver a plataforma.<br />
<span id="more-8267"></span></p>
<div id="attachment_8269" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/adriano-adoryan-do-iptv-da-usp-foto-cecilia-bastos.jpg"><img class="size-medium wp-image-8269" title="Cecilia Bastos" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/adriano-adoryan-do-iptv-da-usp-foto-cecilia-bastos-300x198.jpg" alt="Adriano Adoryan do IPTV da USP" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Adriano Adoryan do IPTV da USP</p></div>
<p>Entre os parceiros que já contribuíram para o conteúdo do site está o Arquivo Nacional. De acordo com o diretor-geral da instituição, Jaime Antunes, o Arquivo disponibilizou no Portal Zappiens filmes de domínio público, além de muitos de caráter documental e arquivos da TV Tupi. “Nós trabalhamos com a USP para descobrir uma espécie de ferramenta cabocla do YouTube”, explica Antunes. A perspectiva é que mais parceiros disponibilizem seu material digitalizado no Zappiens e que o próprio Arquivo Nacional faça upload (envio de arquivos para a internet) de mais vídeos. “Os professores podem usar isso como ferramenta de ensino, como instrumento didático. Eu não tenho dúvida que uma imagem ou o movimento do vídeo ajudam o professor a instigar jovens que não vivenciaram determinados fatos”, conclui o professor Antunes.</p>
<p>Apesar de ainda não oferecer download (transferência de dados da internet para um computador local) para o usuário, todos os vídeos podem ser visualizados e há a ferramenta que permite que a mídia seja colocada em outro site, chamada embed.  Uma das vantagens do Zappiens é a pesquisa inteligente por meio de tags (palavras-chave), além de não determinar limite de tamanho para os vídeos. Henrique Faulhaber enfatiza que o projeto está em sua fase inicial e ainda se pretende ampliar para que o acervo, um dia, disponibilize conteúdos de áudio, texto e imagem. A perspectiva é de grande crescimento à medida que entrem novos parceiros (para se tornar um parceiro e disponibilizar seu conteúdo no Zappiens, a instituição, pública ou privada, precisa apenas entrar no site e preencher um formulário que será avaliado pelo Comitê).</p>
<div id="attachment_8270" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/henrique-faulhaber-foto-cecilia-bastos.jpg"><img class="size-medium wp-image-8270" title="Cecilia Bastos" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/henrique-faulhaber-foto-cecilia-bastos-300x198.jpg" alt="Henrique Faulhaber" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Henrique Faulhaber</p></div>
<p>Atualmente, cerca de 6 mil vídeos podem ser encontrados pela busca inteligente do Zappiens, grande parte deles oriunda do <a href="www.iptv.usp.br " target="_blank">sistema IPTV</a> da Universidade de São Paulo. “Enquanto o Arquivo Nacional faz upload dos vídeos, a Universidade de São Paulo tem o próprio repositório onde eles colocam palestras, aulas e eventos. No caso da Universidade, o acervo deles aparece nas buscas feitas pelo Zappiens”, conta Faulhaber.</p>
<p>O repositório próprio da USP é o Sistema IPTV USP Experimental, que serviu de modelo para a criação da plataforma do Zappiens. O serviço foi criado em 2007 para ajudar na divulgação de informações educacionais, científicas e culturais produzidas na Universidade, para a democratização do conhecimento. Através do <a href="www.iptv.usp.br " target="_blank">site do IPTV</a>, é possível ter acesso não só a arquivos, como também a vídeos ao vivo: “Temos produções de todos os tipos, como documentários, videoaulas, registros de eventos. Os eventos, aliás, são o conteúdo que a USP mais tem gerado. O que temos feito é prover estrutura e treinamento para transmissão em cada unidade. Os principais auditórios da USP contam com um kit de transmissão. Praticamente você aperta dois botões e tem seu evento sendo transmitido. Às vezes um auditório parece vazio, mas vamos ver as estatísticas e temos 300 pessoas penduradas on-line”, conta Adriano Adoryan, responsável pelo conteúdo do IPTV-USP.</p>
<p><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/picture-1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8271" title="Divulgação" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/03/picture-1-300x174.jpg" alt="" width="300" height="174" /></a>O serviço da Universidade de São Paulo também tem grandes perspectivas de novos projetos, como explica Adoryan: “Estamos preparando centros de produção digital, com estúdio, sala de videoconferência e sala de aula. Estamos ajudando as unidades a registrar e transmitir aulas, fazer eventos com transmissão remota, conferências, produzir documentário. Temos unidades que produzem programas de TV para divulgar suas atividades. Isso fora produções mais profissionais, como a TV USP e as produções da Escola de Comunicações e Artes”.</p>
<p>Com todas as parcerias que vem conquistando, além dos projetos inclusive de interligação com portais de outros países lusófonos, o Zappiens.br tem tudo para ser um Portal de excelência na busca por conteúdos na língua portuguesa. Como definiu Adoryan: “É uma diversidade muito grande de conteúdos para uma diversidade igualmente grande de público”.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Site do IPTV USP Experimental: <a href="www.iptv.usp.br " target="_blank">www.iptv.usp.br</a><br />
Portal Zappiens: <a href="www.zappiens.br" target="_blank">www.zappiens.br</a></p>
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		<title>Reciclagem de tecnologia</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 11:27:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inauguração do Centro de Descarte e Reúso de Lixo Eletrônico mostra ação pioneira da Universidade na área tecnológica Por Márcia Scapaticio Quem se imagina livre das tentações inventadas pela indústria da tecnologia? A cada dia é lançado um computador mais moderno, rápido e prático. Contudo, um ponto importante é pensar no destino dos aparelhos que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7767" class="wp-caption alignleft" style="width: 208px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/01/cce_-cedir-405-09-fe23.jpeg"><img class="size-medium wp-image-7767" title="Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/01/cce_-cedir-405-09-fe23-198x300.jpg" alt="Prédio do Cedir" width="198" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Prédio do Cedir</p></div>
<p><em>Inauguração do Centro de Descarte e Reúso de Lixo Eletrônico mostra ação pioneira da Universidade na área tecnológica</em></p>
<p><strong>Por Márcia Scapaticio</strong></p>
<p>Quem se imagina livre das tentações inventadas pela indústria da tecnologia? A cada dia é lançado um computador mais moderno, rápido e prático. Contudo, um ponto importante é pensar no destino dos aparelhos que não utilizamos mais. O lixo eletrônico, composto pelos desktops, teclados, impressoras e outros equipamentos de informática, é uma das grandes preocupações da atualidade e a inauguração do Centro de Descarte e Reúso de Lixo Eletrônico (Cedir), do Centro de Computação Eletrônica (CCE USP), tornou-se um empreendimento pioneiro no assunto.</p>
<p>O Cedir foi idealizado em 2008, a partir da iniciativa dos funcionários da unidade, chamada de Operação Descarte Legal, que recolhia aparelhos não mais utilizados na USP. Tendo em vista a grande quantidade de peças coletadas, foi possível perceber a dimensão desse material no cotidiano da Universidade e desenvolver ações que procuravam diminuir o impacto desse problema.<br />
A diretora do CCE, Teresa Cristina Melo de Brito Carvalho, explica como funciona o novo espaço: “Primeiramente, os computadores passam pela área de triagem, onde verificamos se o micro funciona ou não e qual é a chance de recuperá-lo. Caso possa ser reaproveitado, será doado a projetos sociais, caso não, daremos início ao processo aqui no Cedir”.<br />
<span id="more-7766"></span></p>
<div id="attachment_7768" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/01/cedir1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-7768" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/01/cedir1-300x198.jpg" alt="Instalações" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Instalações</p></div>
<p>Feita a seleção, é a vez da categorização, na qual o micro é pesado e separado por componentes, plástico de metal, metais preciosos das placas, por exemplo. Outro cuidado a ser tomado é destruir os discos de memória, para que usuários não consigam recuperar as informações contidas neles.</p>
<p>A fase final é a compactação do material selecionado, realizada por meio do maquinário específico. Cristina menciona que o lixo já existente no barracão foi todo recolhido no próprio CCE, mas haverá agendamento para as outras unidades trazerem o seu lixo eletrônico. Quanto às empresas de reciclagem que receberão o material, “pensamos em fazer um pregão com as empresas credenciadas, atitude que condiz com o caráter público da USP. O dinheiro arrecadado será direcionado para o Cedir, pois é necessário que o projeto seja autossustentável”, completa Cristina.</p>
<div id="attachment_7769" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/01/tereza-cristina-melo-de-brito-carvalho-405-09-fe25.jpeg"><img class="size-medium wp-image-7769" title="Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/01/tereza-cristina-melo-de-brito-carvalho-405-09-fe25-300x198.jpg" alt="Tereza Cristina Melo de Brito Carvalho" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Tereza Cristina Melo de Brito Carvalho</p></div>
<p>Essa pode ser considerada a primeira iniciativa de caráter público no Brasil, “conheço empresas privadas que trabalham dessa forma, mas instituições públicas que exerçam esse processo completo é a primeira vez”, afirma Cristina.<br />
Além de otimizar espaço e conscientizar a comunidade sobre o assunto,<br />
Cristina relata que o projeto chama a atenção de empresas e de outras universidades brasileiras que declaram interesse em conhecer e reproduzir o trabalho do Cedir. Outro impacto, segundo a diretora, é “aproveitar as atividades, criando uma espécie de incubadora, ou seja, aprender como se faz o processo e repassar o conteúdo para as empresas. Com essa finalidade estamos construindo em anexo um laboratório de sustentabilidade, que estudará as etapas da reciclagem de lixo eletrônico, pesquisas relacionadas ao desenvolvimento de máquinas e mecanismos que darão suporte à indústria”.<br />
A tecnologia como parte do cotidiano, não apenas como diversão e entretenimento, mas de conhecimento na vida acadêmica é reafirmada pela criação do Cedir. Um pensamento mais amplo do papel da Tecnologia de Informação e da história do CCE pode ser acompanhado no livro <a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/?p=7771&amp;preview=true" target="_blank">TI – Em tempo de Inovação</a>, escrito por Cristina, que está no CCE desde 2006.</p>
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		<title>Além do caráter tecnológico</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 11:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Livro sobre tecnologia da informação tem como objetivo valorizar o aspecto humano num cotidiano permeado pela tecnologia Tecnologia da Informação em Tempo de Inovação é o livro organizado pela diretora do Centro de Computação Eletrônica da USP (CCE), Teresa Cristina Melo de Brito Carvalho. O lançamento aconteceu na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, reunindo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/01/lcto-livro-de-tereza-carvalho-397-09-fe18.jpeg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7773" title="Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/01/lcto-livro-de-tereza-carvalho-397-09-fe18-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><em>Livro sobre tecnologia da informação tem como objetivo valorizar o aspecto humano num cotidiano permeado pela tecnologia</em></p>
<p>Tecnologia da Informação em Tempo de Inovação é o livro organizado pela diretora do Centro de Computação Eletrônica da USP (CCE), Teresa Cristina Melo de Brito Carvalho. O lançamento aconteceu na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, reunindo docentes e funcionários do CCE.<br />
A obra teve como base o trabalho desenvolvido por Cristina entre os anos de 2006 e 2009, mas, segundo a autora, o diferencial se encontra na colaboração dada pelos funcionários do Centro. “Procurei registrar as falas de todos, desde o pedreiro que participou da construção do novo prédio até o pessoal mais especializado, para mostrar que cada um, dentro de sua área, é responsável pela concretização de um objetivo maior.”<br />
<a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/01/capa_livro_tecnologia_da_informacao.jpeg"><img class="alignright size-medium wp-image-7774" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2010/01/capa_livro_tecnologia_da_informacao-216x300.jpg" alt="" width="216" height="300" /></a>A ideia principal de Cristina foi discutir o papel do caráter humano numa instituição de tecnologia da informação e mostrar que um olhar atento a esse detalhe faz diferença e motiva os funcionários em suas atividades cotidianas. Para a professora de MBA da escola Politécnica Vânia Maria Ferro, presente ao lançamento, “o livro é interessante, pois, além de apresentar estratégias para uma gestão empresarial sustentável, cria uma forma de empreendedorismo mais colaborativo, auxiliando na formação de novos gestores, com perfil ligado não somente ao lado financeiro, mas com uma visão social e ambiental”.<br />
A opinião da professora vai ao encontro do objetivo de Cristina ao escrever o livro. Segundo a diretora do CCE, “a tecnologia não faz sentido sozinha e os novos líderes de TI precisam assumir uma liderança humanista, pensando nesses valores como algo primordial para alcançar bons resultados”, ressalta Cristina, que menciona a questão da sustentabilidade como fundamental na realização de todo o seu trabalho.</p>
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		<title>Brasiliana valoriza a cultura do livro</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 11:17:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[livros]]></category>
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		<description><![CDATA[Biblioteca reúne documentos históricos e preciosidades da literatura brasileira Por Márcia Scapaticio A construção já faz parte do cotidiano da Cidade Universitária. O prédio em vermelho sinaliza que, em breve, a Brasiliana estará à disposição da comunidade. Brasiliana USP é a biblioteca representada pelo conjunto de edifícios que abrigarão o acervo do bibliófilo José Mindlin [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/12/emo_0006.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7352" title="Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/12/emo_0006-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><em>Biblioteca reúne documentos históricos e preciosidades da literatura brasileira</em></p>
<p><strong>Por Márcia Scapaticio</strong></p>
<p>A construção já faz parte do cotidiano da Cidade Universitária. O prédio em vermelho sinaliza que, em breve, a Brasiliana estará à disposição da comunidade. Brasiliana USP é a biblioteca representada pelo conjunto de edifícios que abrigarão o acervo do bibliófilo José Mindlin e do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB).</p>
<p>De acordo com Pedro Puntoni, professor do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e diretor do projeto, o ponto de partida dessa iniciativa foi o gesto de doação de José Mindlin. Mais do que a construção de um edifício, simboliza a produção intelectual brasileira disponível à sociedade. “A Brasiliana terá desdobramentos importantes para a Universidade, pois reunirá o acervo do IEB, do professor Mindlin e de sua esposa, Guita Mindlin. Para nós é importante que, além do nome, a biblioteca se apresente como um agente transformador que trabalhe e democratize os assuntos referentes à cultura do livro”, explica.</p>
<p>Cercada de muitos cuidados, a biblioteca já possui sua versão on-line, disponibilizando conteúdo gratuito a estudantes e pesquisadores. Quem acessa o <a href="http://www.brasiliana.usp.br " target="_blank">site</a> tem a oportunidade de conferir, por exemplo, <em>Relação da entrada que fez o excellentíssimo, e reverendíssiomo senhor D. Fr. Antonio do Desterro</em>, primeiro livro publicado no Brasil. A digitalização mostra a variedade dos pensadores e escritores brasileiros, possibilitando, por exemplo, a consulta da obra completa de Machado de Assis, de dicionários raros da língua portuguesa e de todas as edições do Correio Braziliense, publicação emblemática e pioneira do jornalismo nacional.<br />
<span id="more-7351"></span></p>
<p>Além de democratizar o acesso a obras raras, a biblioteca será um difusor de conhecimento. Puntoni cita alguns objetivos traçados pela equipe, que desejam tratar da cultura do livro, realizar seminários anuais com temas diferentes, desde a tipografia até a história da leitura e da civilização influenciada pelos valores da escrita. “É interessante apresentar olhares diversos sobre o assunto, ainda mais no ambiente universitário.”</p>
<p>O espaço físico da biblioteca está em construção com entrega prevista para o final de 2010, mas o acervo parcial já está disponível no <a href="http://www.brasiliana.usp.br " target="_blank">site</a>. Além desse recurso, é possível acompanhar a obra através de imagens geradas por duas câmeras localizadas no prédio da Reitoria, conhecer o projeto arquitetônico inspirado em bibliotecas públicas de Nova York e Paris, principalmente nas questões estruturais e técnicas e no que diz respeito à conservação dos livros.</p>
<p>Tal preocupação com o acervo e a democratização do acesso é um dos princípios norteadores da Brasiliana. Segundo Puntoni, a equipe trabalha com o estabelecimento de princípios. “Não cogitamos a possibilidade de cobrar pelo arquivo digital e queremos realizar exposições permanentes e provisórias, dependendo da coleção. Através da sala de leitura, um dos ambientes da biblioteca, podemos estreitar os laços entre os visitantes e os livros expostos, obedecendo a procedimentos que garantam a preservação das obras”, completa.</p>
<p>É possível considerar a Brasiliana como um projeto de pesquisa em expansão. A parte técnica é realizada no Laboratório da Brasiliana Digital, por um sistema integrado de digitalização robotizada, uma máquina que digitaliza os livros com dimensões específicas, instrumento que acelera o processo.</p>
<p>O trabalho desenvolvido pela equipe já atrai olhares de outras unidades da USP. Elas entraram em contato e demonstraram interesse na digitalização do próprio acervo. Segundo Puntoni, isso reafirma o potencial das atividades. “Poder colaborar com as outras unidades ressalva a importância do caráter interdisciplinar da Brasiliana. Talvez nos integremos ao Sibi (Serviço Integrado de Bibliotecas) e dentro das especificidades dos assuntos brasileiros expandir o gesto da família Mindlin.”</p>
<p>Confira detalhes sobre a obra e o acervo digital da Brasiliana USP: <a href="http://www.brasiliana.usp.br " target="_blank">http://www.brasiliana.usp.br </a></p>
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		<title>A tecnologia aplicada na sala de aula</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 13:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Centro de Produção Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino a distância]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[“Uma estrada de mil léguas começa sempre com o primeiro passo” Por Mariana Franco Alguns em implantação, outros já prontos e funcionando, ao todo vinte Centros de Produção Digital (CPDigis) serão instalados nas diferentes unidades da Universidade até 2010. O projeto leva às unidades estruturas básicas com estúdio de gravação, sala de videoconferência, sala de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6935" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/a-inauguracao-do-dpdigi-do-cirp-contou-com-a-presenca-da-reitora-assessoria-de-imprensa-de-ribeirao-preto.jpg"><img class="size-medium wp-image-6935" title="Assessoria de Imprensa de Ribeirão Preto" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/a-inauguracao-do-dpdigi-do-cirp-contou-com-a-presenca-da-reitora-assessoria-de-imprensa-de-ribeirao-preto-300x199.jpg" alt=" Inauguração do DPDigi do Cirp contou com a presença da reitora" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Inauguração do DPDigi do Cirp contou com a presença da reitora</p></div>
<p><em>“Uma estrada de mil léguas começa sempre com o primeiro passo”</em></p>
<p><strong>Por Mariana Franco</strong></p>
<p>Alguns em implantação, outros já prontos e funcionando, ao todo vinte Centros de Produção Digital (CPDigis) serão instalados nas diferentes unidades da Universidade até 2010. O projeto leva às unidades estruturas básicas com estúdio de gravação, sala de videoconferência, sala de aula inteligente e sala de controle, capazes de gravar aulas, palestras, experiências, produzir materiais pedagógicos, realizar videoconferências e palestras, dentre <a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/?p=6928&amp;preview=true" target="_blank">muitas outras possibilidades</a>. A estrutura estará disponível a qualquer docente que queira se utilizar dos recursos para suas atividades.</p>
<p>Ewout ter Haar, professor da Licenciatura do Instituto de Física (IF), já utiliza a sala de aula inteligente do CPDigi do IF para ministrar suas aulas de Tecnologia do Ensino da Física. Nas aulas, professor e alunos contam com computadores com acesso à internet.</p>
<div id="attachment_6936" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/o-professor-ewout-te-haar-na-sala-de-aula-inteligente-no-if-2foto-franciso-emolo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-6936" title="Franciso Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/o-professor-ewout-te-haar-na-sala-de-aula-inteligente-no-if-2foto-franciso-emolo-300x198.jpg" alt="O professor Ewout ter Haar na sala de aula inteligente no IF" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">O professor Ewout ter Haar na sala de aula inteligente no IF</p></div>
<p>A web aplicada ao ensino torna as aulas não só expositivas, mas também interativas – os alunos criam documentos colaborativos durante as aulas, dispõem de recursos para pesquisa e contextualização do assunto tratado. Terminada a aula, os elementos tecnológicos contribuem para complementar o que foi visto em classe, levando o espaço de discussão e aprendizagem também para fora da sala de aula.</p>
<p>“Uma aula nesses moldes modifica a postura do aluno. Ao invés de ter uma postura passiva, encostado em sua cadeira apenas escutando o que diz o professor, ele toma uma postura ativa, escutando e participando. Ficar ativo durante uma aula é também mais cansativo, mas assim se faz um uso mais eficaz da hora e meia de aula que temos”, explica Haar. “Todos os recursos tecnológicos são implementados no sentido de criar ambientes de aprendizado mais ricos e completos, que complexificam a sala de aula”, acrescenta.</p>
<p>Stela Piconez, professora da Faculdade de Educação especializada em formação de professores e uso de ambientes virtuais apoiados por recursos da internet, salienta que não basta apenas pensar em modos de inserção das tecnologias digitais no espaço pedagógico, mas no seu uso como suportes auxiliares uma vez que a escola tenha um projeto pedagógico bem estruturado.</p>
<div id="attachment_6937" class="wp-caption alignleft" style="width: 202px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/a-sala-de-aula-inteligente-do-if-foto-francisco-emolo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-6937" title="Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/a-sala-de-aula-inteligente-do-if-foto-francisco-emolo.jpeg" alt="Sala de aula inteligente" width="192" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Sala de aula inteligente</p></div>
<p>“A chave não é qual a tecnologia que está disponível na sala de aula, mas como ela é utilizada. Seu valor está diretamente relacionado ao uso que se faz dela. As possibilidades de acesso dos alunos à informação pelo uso da web permitem que eles desenvolvam seus próprios estilos de recuperação, compreensão e organização das informações, explorando ambientes virtuais, gerando questões, colaborando e produzindo conhecimentos que podem ser compartilhados. Isso funciona se o projeto da escola abraça abordagens interacionistas, que têm no aluno o agente mais importante na construção do conhecimento e no professor seu maior aliado.”</p>
<p>Stela alerta também para a complexidade que deve ser considerada ao se tratar de Ensino a Distância. “O que está em jogo na transformação que se tem como expectativa é o reconhecimento de que novas tecnologias não produzem resultados qualificados por elas mesmas. A simples reprodução de palestras ou gravação das aulas não garante que os alunos possam estar efetivamente construindo conhecimentos.”</p>
<div id="attachment_6938" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/estudio-na-fsp-foto-cecilia.jpeg"><img class="size-medium wp-image-6938" title="Cecília Bastos" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/estudio-na-fsp-foto-cecilia-300x198.jpg" alt="Estúdio na FSP" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Estúdio na FSP</p></div>
<p>Quando questionada sobre o que podemos esperar para o futuro da educação, responde que “uma estrada de mil léguas começa sempre com o primeiro passo”. Não há dúvidas de que o mundo da educação está mudando, e que se a Universidade e as escolas não olharem com atenção à integração das tecnologias na função de educação escolar, outras instituições o farão. A professora acredita, porém, que as abordagens apoiadas por recursos tecnológicos não substituirão a educação baseada em sala de aula, que, para a maioria dos alunos, ainda representa o ambiente de aprendizagem mais rico.</p>
<p>Ainda assim, é possível antecipar algumas transformações, tais como inclusão digital de todos os alunos, responsabilidade destes pela própria aprendizagem, mudança do papel do professor para parceiro na aprendizagem e propensão para todos tornarem-se aprendizes por toda a vida.</p>
<p>“Novas definições do que significa produzir conhecimento substituirão os modos tradicionais. Consequentemente, toda concepção de material didático apoiado por tecnologias amplia consideravelmente o desenvolvimento de novas habilidades hipermodais exigidas para o mundo atual. Dá para entender, porém, que as transformações necessitam passar ainda por reflexões, muito estudo e pesquisa. Apenas a transposição das aulas tradicionais para lousas eletrônicas subestima suas potencialidades tecnológicas e não garante que transformações necessárias ao mundo atual possam ser conquistadas”, conclui.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre a estrutura dos Centros de Produção Digital e suas possibilidades de uso clicando</strong> <a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/?p=6928&amp;preview=true" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Múltiplas possibilidades</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 13:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunidade usp]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Produção Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino a distância]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Centros de Produção Digital, a partir de uma estrutura básica, oferecem possibilidades múltiplas de utilização Por Mariana Franco Os Centros de Produção Digital (CPDigis) surgiram da necessidade de se levar uma estrutura semelhante à do Estúdio Multimeios, do Centro de Computação Eletrônica (CCE), de forma mais simples e acessível às unidades, para que esses [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6929" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/sala-de-controles-do-cpdigi-do-if2-foto-franciso-emolo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-6929" title="Franciso Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/sala-de-controles-do-cpdigi-do-if2-foto-franciso-emolo-300x198.jpg" alt="Sala de controles do CPDigi do IF" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Sala de controles do CPDigi do IF</p></div>
<p><em>Os Centros de Produção Digital, a partir de uma estrutura básica, oferecem possibilidades múltiplas de utilização</em></p>
<p><strong>Por Mariana Franco</strong></p>
<p>Os Centros de Produção Digital (CPDigis) surgiram da necessidade de se levar uma estrutura semelhante à do Estúdio Multimeios, do Centro de Computação Eletrônica (CCE), de forma mais simples e acessível às unidades, para que esses recursos pudessem atender a mais pessoas e projetos da Universidade. “Ao invés de o Multimeios ser grande e os docentes interessados terem de ir até ele, muitas vezes não se adaptando bem à estrutura fixa do estúdio, faz-se o contrário: levam-se estúdios pequenos até as unidades, adaptados às necessidades específicas de cada uma delas”, explica Gustavo Faria, responsável pela infraestrutura da CTI.</p>
<p>O projeto, da Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI) e da Pró-Reitoria de Graduação, aponta para uma evolução do ensino, aliado à tecnologia. Já estão funcionando os centros da Faculdade de Saúde Pública (FSP), do Instituto de Física (IF), do Centro de Informática de São Carlos (Cisc), da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), do Centro de Informática de Ribeirão Preto (Cirp) e da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (Forp). Ao todo, serão <a href="http://wiki.stoa.usp.br/CPD" target="_blank">vinte unidades</a> da capital e interior que receberão a estrutura em suas instalações até 2010.</p>
<div id="attachment_6930" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/gustavo-faria-foto-franciso-emolo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-6930" title="Franciso Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/gustavo-faria-foto-franciso-emolo-300x198.jpg" alt="Gustavo Faria, responsável pe infraestrutura da CTI" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Gustavo Faria, responsável pe infraestrutura da CTI</p></div>
<p>O Estúdio Multimeios conta com recursos adequados para gravação de aulas, palestras e experiências, além de recursos para edição e produção de vídeos e áudios pedagógicos. Os CPDigis contam com uma estrutura básica semelhante, composta de sala de videoconferência, estúdio de gravação, sala de aula inteligente e sala de controles, toda pensada para ser operada por apenas um ou dois técnicos. Cada unidade, porém, apresenta adaptações próprias ao projeto, por conta de suas demandas específicas. O tamanho dos estúdios e salas de aula, por exemplo, é variável.</p>
<p>As possibilidades que se abrem a partir desses recursos são variadas. “As aulas podem ser ministradas via videoconferência, gravadas e exibidas posteriormente, em outras aulas ou disponibilizadas na internet. Turmas de diferentes cidades podem assistir à mesma aula simultaneamente, interagindo com o professor da mesma maneira. Experiências diversas, montadas em diferentes laboratórios, podem ser transmitidas ao vivo, ao contrário do que seria possível numa aula presencial”, elenca Faria.</p>
<div id="attachment_6931" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/sala-de-videoconferencia-no-if-foto-franciso-emolo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-6931" title="Franciso Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/sala-de-videoconferencia-no-if-foto-franciso-emolo-300x199.jpg" alt="Sala de videoconferência do IF" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Sala de videoconferência do IF</p></div>
<p>Em 23 de novembro foram inaugurados, simultaneamente e por videoconferência, os CPDigis do Cirp e da Forp. Nesta, a ferramenta será fundamental para o desenvolvimento da Teleodontologia, pois possibilitará o crescimento do Polo de Odontologia Digital Aplicado à Educação (Podae). “Com isso, vai aumentar ainda mais a sofisticação e a qualidade do material didático produzido para apoio ao ensino presencial e a distância”, segundo a diretoria da unidade.</p>
<p>Daniel Marucci, da área de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) da Faculdade de Saúde Pública, onde, em 17 de setembro, foi inaugurado um centro, lembra que a faculdade tem tradição em ensino a distância, com cursos em postos avançados fora do campus, que serão certamente beneficiados com a inovação.</p>
<div id="attachment_6940" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/daniel-maruti-da-tecnologia-da-fsp-foto-cecilia.jpeg"><img class="size-medium wp-image-6940 " title="Cecília Bastos" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/daniel-maruti-da-tecnologia-da-fsp-foto-cecilia-300x198.jpg" alt="Daniel Maruti" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Marucci</p></div>
<p>“O posto avançado de Araraquara já tem estrutura de videoconferência e poderá em breve se interligar com o serviço. As videoconferências aqui têm sido constantes também. Recentemente, por exemplo, um grupo de epidemiologistas da faculdade esteve em conferência com um grupo de Lyon”, explica.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre a <a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/?p=6933&amp;preview=true" target="_blank">aplicação da tecnologia na sala de aula</a> e sobre as instalações dos <a href="http://wiki.stoa.usp.br/CPD" target="_blank">Centros de Produção Digital</a> em cada unidade.</strong></p>
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		<title>Como aplicar a sustentabilidade no cotidiano universitário</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 11:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ana Maria Meira]]></category>
		<category><![CDATA[Como aplicar a suatentabilidade no cotidiano universitário]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Teixeira Lima]]></category>
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		<category><![CDATA[Seminario]]></category>
		<category><![CDATA[USP Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcia Scapaticio Diálogo com a comunidade universitária é fundamental ao encaminhamento de políticas ambientais localizadas A escolha de métodos para gerir um campus sustentável é tarefa desempenhada pela Agência USP de Inovação. O cartão de visitas dessa iniciativa é o Programa USP Recicla, institucionalizado no ano de 1994 e atualmente gerido pela Diretoria de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/seminario_usp_sustentabilidade.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6320" title="Divulgação" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/seminario_usp_sustentabilidade-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a><strong>Por Marcia Scapaticio</strong></p>
<p><em>Diálogo com a comunidade universitária é fundamental ao encaminhamento de políticas ambientais localizadas<br />
</em><span id="more-6319"></span></p>
<p>A escolha de métodos para gerir um campus sustentável é tarefa desempenhada pela Agência USP de Inovação. O cartão de visitas dessa iniciativa é o Programa USP Recicla, institucionalizado no ano de 1994 e atualmente gerido pela Diretoria de Inovações e Sustentabilidade da Agência.</p>
<p>Nesse período, muitos projetos foram pensados por cada unidade e o Seminário USP Sustentabilidade, idealizado pela Agência em parceria com a Universidade Autônoma de Madri, propõe a discussão e análise destas iniciativas individuais. Nesta primeira fase serão apresentadas as experiências dos campi e, até dezembro, haverá um aprofundamento dos dados coletados através de entrevistas realizadas com as comissões responsáveis pela autogestão universitária.</p>
<p>Uma iniciativa que amplia a visão sobre a questão ambiental é o estudo de autoria de Carlos Clemente Cerri, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). Cerri trabalha com os índices de emissão de CO2 (dióxido de carbono) nos campi da USP e foi um dos palestrantes do seminário realizado em outubro.</p>
<p>Elizabeth Teixeira Lima, diretora técnica de Inovações para Sustentabilidade, explica que o foco do trabalho são os resíduos sólidos, como o papel e o polêmico copo plástico. “Muitos dos materiais poderiam ser usados de forma mais consciente, o que chamamos de minimização de resíduos.”</p>
<div id="attachment_6321" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/elizabeth-teixeira-lima-347-09-fe05.jpeg"><img class="size-medium wp-image-6321" title="Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/elizabeth-teixeira-lima-347-09-fe05-300x198.jpg" alt="Elizabeth Teixeira Lima" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Elizabeth Teixeira Lima</p></div>
<p>Educadora responsável pelo USP Recicla da Esalq, Ana Maria de Meira afirma que o importante é agir de maneira a construir uma consciência ambiental, para que os estudantes e funcionários incorporem as atitudes naturalmente. “No Restaurante Universitário a proibição do uso dos copos plásticos não foi uma imposição abrupta, houve um período de adaptação. Começamos na Semana do Meio-Ambiente, em 2002, montamos um banner representando uma contagem regressiva e preparamos a mudança, com a instalação de pias para a lavagem das canecas e a disponibilização das mesmas quando o usuário esquece ou não possui copo retornável.”</p>
<p>Elizabeth menciona que as diferenças entre as unidades devem ser respeitadas e analisadas com cuidado. Alterar a estrutura dos bandejões seria necessário para inibir o uso do copo descartável. “As dificuldades existem, porque a USP não é homogênea, temos locais diferenciados e os mesmos dispensam um tratamento especial. É preciso analisar a disponibilização de pias e canecas que ficariam à disposição do usuário, por exemplo.”</p>
<div id="attachment_6322" class="wp-caption alignleft" style="width: 275px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/ana_maria_de_meira_educadora_usp_recicla_esalq.jpg"><img class="size-medium wp-image-6322" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/ana_maria_de_meira_educadora_usp_recicla_esalq-265x300.jpg" alt="Ana Maria de Meira" width="265" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Maria de Meira</p></div>
<p>Na Esalq as mudanças incluem garantir a adesão dos ingressantes de graduação e dos novos funcionários. Ana Maria ressalta a campanha feita na calourada, com a entrega de canecas, realização de palestras e oficinas. “Precisamos que os estudantes e os funcionários entendam o porquê de todo esse movimento, tendo a caneca e a economia no uso dos recursos disponibilizados pela Universidade como um compromisso socioambiental.”</p>
<p>Elizabeth e Ana Maria concordam que além da reciclagem, a minimização dos recursos feita com o uso consciente dos materiais é iniciada através de pequenas atitudes, como a impressão do papel em frente e verso e a redução de desperdício do alimento consumido no bandejão que significam uma economia de recursos e energia.</p>
<p>Ana Maria exemplifica: “Quando usamos a caneca em vez do copo descartável poupamos a água utilizada na fabricação dos copos, o dinheiro da própria Universidade, que seria destinado à compra desse material e colaboramos com o município, pois diminuímos a quantidade de lixo enviada aos aterros sanitários”.</p>
<p>Apesar das diferenças estruturais entre as unidades, é fato que há um posicionamento geral em direção a um diálogo para o encaminhamento de políticas ambientais localizadas e o Seminário USP Sustentabilidade – contribuições a gestão de um <a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/?p=6324&amp;preview=true" target="_blank">campus sustentável </a>– demonstra a vontade comum de formar indivíduos comprometidos com a questão ambiental, dentro e fora da Universidade.</p>
<p><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/?p=6324&amp;preview=true" target="_blank">Confira aqui mais detalhes e os objetivos do Seminário</a></p>
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		<title>Alternativas para autogestão de um campus sustentável</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 11:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunidade usp]]></category>
		<category><![CDATA[Agência USP de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Seminario]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Autonoma de Madri]]></category>
		<category><![CDATA[USP Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Márcia Scapaticio Em outubro foi realizado o Seminário USP Sustentabilidade, fruto de uma parceria entre a USP e a Universidade Autônoma de Madri. Neste encontro houve a discussão das metas e planos ambientais desenvolvidos no campus, com o objetivo de unir conhecimento e prática quando o assunto é a sustentabilidade no cotidiano universitário. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/sem-usp-sustentabilidade-347-09-div09.jpeg"><img class="size-medium wp-image-6544 alignleft" title="Divulgação" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/11/sem-usp-sustentabilidade-347-09-div09-300x224.jpg" alt="Seminário USP Sustentabilidade" width="240" height="179" /></a></p>
<p><strong>Por Márcia Scapaticio</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><em>Em outubro foi realizado o Seminário USP Sustentabilidade, fruto de uma parceria entre a USP e a Universidade Autônoma de Madri.<br />
</em><span id="more-6324"></span><br />
<em>Neste encontro houve a discussão das metas e planos ambientais desenvolvidos no campus, com o objetivo de unir conhecimento e prática quando o assunto é a sustentabilidade no cotidiano universitário.</em></p>
<p><!--more--></p>
<p>A troca de experiências entre as duas instituições refere-se ao estudo comparativo das metodologias utilizadas, por exemplo, a evolução e as conquistas do USP Recicla nesses 16 anos de existência. Em Madri, a questão do uso dos recursos naturais com a participação do corpo estudantil é anterior a da USP e serviu de base para o desenvolvimento de atividades nessa área. Elizabeth Teixeira Lima, diretora técnica da Agência de Inovação, relata que o surgimento da parceria aconteceu, pois uma doutoranda que trabalhava na Agência de Inovação passou oito meses na Espanha e mostrou-se admirada com a gestão realizada em Madri.</p>
<p>No caso específico da <a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/?p=6319" target="_blank">Universidade de São Paulo</a>, o seminário faz um levantamento da situação atual da autogestão, pois cada unidade é responsável por escolher a forma de administrar as ações socioambientais. “O nosso trabalho é fazer um levantamento da estrutura do campus. Um questionário foi enviado a cada um dos campi e, a partir desse contato, até o final de dezembro entrevistaremos os representantes das unidades para relacionar os indicadores de sustentabilidade, ou seja, como está a situação da reciclagem e do aproveitamento ideal dos resíduos, como papel e o plástico”, conclui Elizabeth.</p>
<p>O seminário não é uma apresentação de índices e resultados, mas a proposta de uma mudança nos indicadores de sustentabilidade através da construção de um processo educativo, que propõe o uso adequado dos recursos no dia a dia. O conhecimento da diversidade universitária é necessário para estabelecer metas que serão cumpridas gradualmente nos próximos anos.</p>
<p><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/sem-usp-sustentabilidade-347-09-div13.jpeg"><img class="size-medium wp-image-6326 alignright" title="Divulgação" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/sem-usp-sustentabilidade-347-09-div13-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p> </p>
<p><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/?p=6319" target="_blank">Conheça o trabalho desenvolvido pela Universidade para garantir um campus sustentável</a></p>
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		<title>Edusp inaugura nova livraria na Cidade Universitária</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 13:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Amanda Previdelli A Editora da USP, em outubro, tem novo estabelecimento no térreo do prédio da Antiga Reitoria. A livraria, resultado de dez anos de planejamento e projeto, será mais do que um ponto de venda. “A ideia é transformar o local em um ponto de encontro e de valorização do livro”, afirma Plinio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6151" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/livraria-joao-alexandre-barbosa_-foto-francisco-emolo-emo_0027.jpg"><img class="size-medium wp-image-6151" title="Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/livraria-joao-alexandre-barbosa_-foto-francisco-emolo-emo_0027-300x198.jpg" alt="Livraria João Alexandre Barbosa" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Livraria João Alexandre Barbosa</p></div>
<p><strong>Por Amanda Previdelli</strong></p>
<p>A Editora da USP, em outubro, tem novo estabelecimento no térreo do prédio da Antiga Reitoria. A livraria, resultado de dez anos de planejamento e projeto, será mais do que um ponto de venda. “A ideia é transformar o local em um ponto de encontro e de valorização do livro”, afirma Plinio Martins Filho, diretor-presidente da editora.</p>
<p>O espaço abrigará um café e auditório, além de promover eventos culturais. A programação inclui lançamentos de livros, conversas com autores e um programa de entrevistas semanal em parceria com a Rádio USP com convidados notáveis em seu campo de atuação, preferencialmente acadêmicos e pessoas ligadas à literatura, o “Conversas de Livraria”.<span id="more-6096"></span></p>
<div id="attachment_6098" class="wp-caption alignright" style="width: 209px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/foto-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-6098" title="Cecília Bastos" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/foto-2-199x300.jpg" alt="Jorge Vasconcellos na nova livraria da Edusp" width="199" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Vasconcellos na nova livraria da Edusp</p></div>
<p>O programa, que será apresentado pelo jornalista Jorge Vasconcellos, vai ser gravado na própria livraria e transmitido pela Rádio USP (FM 93,7). “Será implementado um estúdio completo de rádio, com paredes de vidro, de modo que as pessoas possam ver o que se passa”, afirma o apresentador que também é o produtor do “Conversas de Livraria”. O projeto para o programa de rádio prevê duração de uma hora e o “formato de uma entrevista com espaço para as reflexões do convidado”, conta Vasconcellos.</p>
<p>Apesar dessa conquista da Edusp, a editora sofre algumas dificuldades em seus outros <a href="http://www.edusp.com.br/livrarias.asp" target="_blank">pontos de venda</a>. No Centro de Vivência da Reitoria, por exemplo, a livraria está fechada desde a ocupação dos alunos.</p>
<p>Outra dificuldade está em promover a Festa do Livro, que ocorre tradicionalmente na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Por causa de reformas nos prédios, a faculdade afirma que as condições não estão adequadas para a realização do evento. “Vamos tentar contra-argumentar”, diz Plinio Martins Filho. A Festa do Livro vai acontecer, mas o diretor da Edusp contempla a possibilidade de ela não ser na FFLCH e está analisando outros possíveis locais.</p>
<div id="attachment_6099" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/edusp_-plinio-martins-filho_-fto-francisco-emolo01.jpg"><img class="size-medium wp-image-6099" title="Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/10/edusp_-plinio-martins-filho_-fto-francisco-emolo01-300x198.jpg" alt="Plinio Martins Filho, diretor da Edusp" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Plinio Martins Filho, diretor da Edusp</p></div>
<p>A editora ainda precisa conquistar espaço na Universidade e expandir seus demais <a href="http://www.edusp.com.br/livrarias.asp" target="_blank">pontos de venda</a>. A livraria que homenageia João Alexandre Barbosa, ex-diretor da Edusp, escritor e professor, representa um avanço nesse sentido. São 530 metros quadrados e cerca de 10 mil títulos. O projeto arquitetônico, feito sem custos pelo escritório do arquiteto Paulo Bruna, impressiona com as paredes de vidro e o pé-direito alto.</p>
<p>Está prevista a inauguração de outras duas lojas, a Mário Schenberg, no Centro de Vivência, e a Milton Santos, ainda em fase de negociação, no prédio da História e Geografia da FFLCH. Há também planos para a expansão das livrarias para as unidades da USP no interior de São Paulo.</p>
<p><strong>Livraria João Alexandre Barbosa</strong></p>
<p><strong>Local: </strong>av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa J, 374. Andar térreo do prédio da Antiga Reitoria<br />
<strong>Fone:</strong> (11) 3901-4154<br />
<strong>Funcionamento: </strong>segunda a sexta-feira das 9h às 21h e sábados das 10h às 15h</p>
<p>Veja os demais pontos de venda da Edusp <a href="http://www.edusp.com.br/livrarias.asp" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Projetos antitabaco mostram-se forte aliados no combate ao vício do cigarro</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 15:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunidade usp]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova lei associada a tratamentos antitabaco acena a uma nova perspectiva longe do vício Por Márcia Scapaticio Em meio à validação da lei que proíbe o fumo em ambientes fechados, os programas antitabagismo da USP ganham destaque. Mas como funcionam tais programas? Quem pode participar? Essas e outras dúvidas foram esclarecidas pelas unidades responsáveis pelo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/campanhas.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5345" title="campanhas" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/campanhas-152x300.jpg" alt="" width="208" height="412" /></a><em>Nova lei associada a tratamentos antitabaco acena a uma nova perspectiva longe do vício</em></p>
<p><strong>Por Márcia Scapaticio</strong></p>
<p>Em meio à validação da lei que proíbe o fumo em ambientes fechados, os programas antitabagismo da USP ganham destaque. Mas como funcionam tais programas? Quem pode participar? Essas e outras dúvidas foram esclarecidas pelas unidades responsáveis pelo tratamento e pesquisa relacionados ao tabaco na Universidade.</p>
<p>No Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) quem atua é a Comissão de Controle do Tabagismo, existente há nove anos e coordenada pelo médico sanitarista Clésio de Souza Soares. A psicóloga Patrícia Lopes, integrante do grupo, diz que “a comissão realiza campanhas preventivas direcionada aos funcionários e seus familiares, através de reuniões mensais e estabelecimento de objetivos conjuntos, para motivar o paciente na adesão ao tratamento”.</p>
<p>Já no Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da capital está a sede do Programa Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (Progrea), atuante desde 1981. O Progrea realiza trabalhos de estudos e pesquisas abertos à comunidade interna e externa, auxiliando os usuários de tabaco e outros tipos de drogas.<br />
<span id="more-5344"></span></p>
<div id="attachment_5346" class="wp-caption alignright" style="width: 208px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/verena-castellani-233-09-cbr11.jpeg"><img class="size-medium wp-image-5346" title="verena-castellani- Foto Cecília Bastos" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/verena-castellani-233-09-cbr11-198x300.jpg" alt="Verena Castellani" width="198" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Verena Castellani</p></div>
<p>Aliás, classificar o cigarro como uma droga pode ser tema de polêmica entre os fumantes, porém, de acordo com a psicóloga do HCFMRP e Verena Castellani, médica assistente do Progrea, tal polêmica se encerra com a inclusão do tabagismo no 10° Código Internacional de Doenças. De acordo com Patrícia Lopes, a utilização de remédios ou adesivos de nicotina será avaliada pelo médico responsável. “É feita uma avaliação individual e então é decidida a utilização de medicamento, desde que ajude o dependente na fase de adaptação do corpo à ausência de nicotina.”</p>
<p>Verena trabalha há três anos no projeto, disponível para funcionários e comunidade externa da USP. “Minha área de pesquisa é investigar até que ponto um pai fumante influencia num futuro vício do filho e, a partir dos resultados, analisamos como o tabaco afeta a vida do chamado fumante passivo.”</p>
<p>Por sinal, o respeito ao não fumante é garantido pela nova lei. Segundo Verena, a questão não é privar nem discriminar o fumante, mas sim garantir a saúde dos que não fazem uso do cigarro e são afetados pela fumaça quando frequentam o mesmo ambiente.</p>
<p>Outro grupo importante realiza suas atividades desde o ano de 2005 no Hospital Universitário (HU) e é coordenado pelo médico João Paulo Becker Lotufo. No HU o atendimento é aberto a todos os interessados e funciona por meio de reuniões comandadas por Lotufo e o médico Frederico Leon Arrabal Fernandes, que tiram as dúvidas e aconselham os pacientes sobre como superar as dificuldades desse processo, além do trabalho de Lázara Ravaglio, enfermeira, e da psicóloga Ednalva Cruz.</p>
<div id="attachment_5347" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/frederico_-lazara_-ednalva_-joao-paulo-251-09-fe29.jpeg"><img class="size-medium wp-image-5347" title="frederico_-lazara_-ednalva_-joao-paulo- Foto Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/frederico_-lazara_-ednalva_-joao-paulo-251-09-fe29-300x198.jpg" alt="Frederico Leon Fernandes e " width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Frederico Leon Fernandes e João Paulo Becker Lotufo </p></div>
<p>Ao chegar, os participantes das reuniões assistem à palestra de Fernandes e são confortados em sua ansiedade; relatam a dificuldade de abandonar o primeiro cigarro do dia, a vontade de tomar o cafezinho e o medo de engordar sem o tabaco. Fernandes afirma, com bom humor, que se não houver o primeiro cigarro, não haverá o segundo. Também menciona a importância de evitar o café e o álcool nas primeiras semanas e confirma, para o desespero dos fumantes, principalmente das mulheres, que ao parar de fumar é possível engordar de 2 a 4 quilos. Porém, alerta que não há motivo para desânimo: “Caminhamos juntos e vamos dar um passo de cada vez, primeiro abandonar o vício e, depois, pensar numa reeducação alimentar, disponível no HU”.</p>
<p>A força encontrada nas atividades em grupo é um estímulo aos participantes. Fumante há 30 anos, Renato Campanhã, que trabalha no setor de Comunicação da TV USP, afirma sentir os benefícios do tratamento: “Fumava dois maços de cigarro ao dia, agora só um. Nas reuniões descobri que fumo por ansiedade, mudei meus hábitos, não tomo mais café e, no ambiente de trabalho, a lei fez diferença, já que não podemos fumar no prédio.”</p>
<div id="attachment_5348" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/ednalva-cruz_-lazara-rovaglio-251-09-fe18.jpeg"><img class="size-medium wp-image-5348" title="ednalva-cruz_-lazara-rovaglio- Foto Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/ednalva-cruz_-lazara-rovaglio-251-09-fe18-300x198.jpg" alt="Ednalva Cruz e Lazara Rovaglio" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Ednalva Cruz e Lazara Rovaglio</p></div>
<p>A psicóloga Ednalva Cruz diz que há diferentes níveis de dependência, e quem abraça a proposta de abandonar o cigarro pode continuar com a manutenção do tratamento. “Lembramos que nessa experiência é natural ocorrer até quatro recaídas, mas quem parou mudou de vida, melhorou a saúde física e emocional.”</p>
<p>Considerando a importância de se prevenir para não remediar depois, o tratamento aos fumantes que desejam abandonar o vício e campanhas educativas para os adolescentes mostram-se uma forma eficiente no combate diário a esse problema de saúde pública.</p>
<p>O caminho sem o cigarro dá novo significado à vida daqueles que passam por essa transformação. Guiado por esse raciocínio, Lotufo menciona o efeito de <a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/?p=5391&amp;preview=true" target="_blank">ações contrárias ao tabaco direcionadas às crianças e jovens</a>. “Sou pediatra e atendi jovens com doenças respiratórias causadas pelo vício dos pais; desde então, percebi a necessidade de se prevenir, através da educação, o acesso dos mais novos ao cigarro.”</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Programa Antitabagismo HU</strong></p>
<p><strong>Local: </strong>av. Prof. Lineu Prestes, 2.565<br />
<strong>Fone: </strong>(11) 3091-9323<br />
<strong>Valor: </strong>gratuito<br />
<strong>E-mail: </strong><a href="mailto:antitabagismo@hu.usp.br">antitabagismo@hu.usp.br</a></p>
<div><span style="line-height: 115%; font-size: 14pt;"><span style="font-family: Calibri;"><br />
<strong>Instituto de Psiquiatria</strong></span></span></div>
<p><span style="line-height: 115%; font-size: 14pt;"><span style="font-family: Calibri;"></p>
<div><span style="line-height: 115%; font-size: 14pt;"><span style="font-family: Calibri;"><strong>Local:</strong> rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785<br />
<strong>Fone:</strong> (11) 3069-7899</span></span></div>
<p><span style="line-height: 115%; font-size: 14pt;"><span style="font-family: Calibri;"> </p>
<p></span></span></span> </p>
<p></span></p>
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		<title>Promover mudanças através da educação</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 11:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunidade usp]]></category>

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		<description><![CDATA[Educar e informar é necessário para evitar o aumento do número de adolescentes fumantes Por Márcia Scapaticio João Paulo Lotufo é especialista em Pneumologia Pediátrica e coordenador do pojeto antitabágico do HU, mas, devido à sua experiência nos consultórios, atendendo crianças, adolescente e pais que sofriam de problemas relacionados ao vício, desenvolveu um trabalho que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Educar e informar é necessário para evitar o aumento do número de adolescentes fumantes</em></p>
<p><strong>Por Márcia Scapaticio</strong></p>
<div id="attachment_5392" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/joao-paulo-lotufo-251-09-fe37.jpeg"><img class="size-medium wp-image-5392" title="joao-paulo-lotufo - Francisco Emolo" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/joao-paulo-lotufo-251-09-fe37-300x198.jpg" alt="João Paulo Lotufo" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">João Paulo Lotufo</p></div>
<p>João Paulo Lotufo é especialista em Pneumologia Pediátrica e coordenador do pojeto <a href="http://www.tabagismo.hu.usp.br/" target="_blank">antitabágico</a> do HU, mas, devido à sua experiência nos consultórios, atendendo crianças, adolescente e pais que sofriam de problemas relacionados ao vício, desenvolveu um trabalho que prioriza a educação para barrar a formação de novos fumantes, chamado <a href="http://www.drbarto.com.br/" target="_blank">Dr. Bartô</a>.</p>
<p>Dr. Bartô é um site com conteúdo direcionado ao público jovem que também atende a equipe técnica e pedagógica das escolas públicas e particulares. As atividades são conjuntas e, enquanto os profissionais acompanham palestras, os alunos são estimulados através de peças de teatro.</p>
<p>Lotufo afirma que “a educação associada ao aumento do preço do cigarro já dificultaria o acesso. Devemos conscientizar o adolescente de que fumar não é um bom negócio e o maior prejudicado é sempre o usuário. Já recebi no consultório a mãe de uma garota que estava preocupada com a saúde da filha que, com 16 anos, já era fumante. Contudo, o fator agravante era que o pai da adolescente morreu devido a um infarto, e a mãe já não sabia como agir para convencer a filha a abandonar o vício”.</p>
<p>Quem está disposto a mudar a sua própria história tem de possuir força de vontade para encarar as dificuldades, ainda mais quando o assunto é o vício do cigarro, que exerce dependência física e psicológica. “Estar sempre atento ao seu comportamento e aos motivos que o levaram ao cigarro se mostra importante para dar continuidade ao processo de desintoxicação, a consciência de que sempre é necessário pensar no recomeço, como em qualquer situação difícil da vida.”</p>
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		<title>Novo local de trabalho da CTI reforça a importância da tecnologia no cotidiano universitário</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 11:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunidade usp]]></category>
		<category><![CDATA[CTI]]></category>
		<category><![CDATA[Inauguração do novo prédio]]></category>
		<category><![CDATA[usp]]></category>

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		<description><![CDATA[Inauguração reúne autoridades e funcionários e representa o setor específico para o desenvolvimento de projetos na área de tecnologia da informação Por Márcia Scapaticio Em julho, foi inaugurado o prédio próprio da Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), localizado no Centro de Computação Eletrônica (CCE). Antes a CTI não funcionava num mesmo ambiente e, agora, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong><em>Inauguração reúne autoridades e funcionários e representa o setor específico para o desenvolvimento de projetos na área de tecnologia da informação</em></p>
<p><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/cti_-cce_-fto-cecilia-bastos-03.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4912" title="cti_-cce_-fto-cecilia-bastos-03" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/cti_-cce_-fto-cecilia-bastos-03-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><strong>Por Márcia Scapaticio</strong></p>
<p>Em julho, foi inaugurado o prédio próprio da Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), localizado no Centro de Computação Eletrônica (CCE). Antes a CTI não funcionava num mesmo ambiente e, agora, o espaço é um anexo do CCE, o que unificará o trabalho dos funcionários e as determinações da entidade, conservando as suas funções iniciais. A Coordenadoria foi criada em 2004 e, desde então, cuida das políticas relacionadas à informática, além de orientar as outras unidades sobre os assuntos de tecnologia, como a aquisição de softwares, compra de equipamentos, cursos de capacitação e o setor de telecomunicações.  As decisões tomadas pela CTI são reproduzidas pelos Centros de Informática da capital e o interior.</p>
<p>Durante o evento, o coordenador da CTI, professor Gil da Costa Marques, discursou brevemente sobre os benefícios do projeto do novo prédio, que, principalmente, unificará o trabalho, com um local próprio de funcionamento. “A ideia surgiu na gestão anterior, de responsabilidade do professor Paulo Masiero. A partir disso, optamos por desenvolvê-la, tendo em vista a necessidade de concentrar as atividades da CTI num mesmo ambiente.”<br />
<span id="more-4911"></span><br />
<a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/cti_-cce_-fto-cecilia-bastos-02.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4913" title="cti_-cce_-fto-cecilia-bastos-02" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/08/cti_-cce_-fto-cecilia-bastos-02-198x300.jpg" alt="" width="198" height="300" /></a>O professor Marcos Felipe Silva de Sá foi o representante da Reitoria, transmitindo as palavras da reitora Suely Vilela. Saudando o trabalho e a dedicação dos envolvidos, disse que: “É impossível negar a tecnologia como ferramenta indispensável no mundo moderno, observando as consequências na sociedade e os impactos locais na própria Universidade”. Outro assunto abordado pelo professor foi a intenção de utilizar as novas instalações para investir no treinamento e atualização do quadro de recursos humanos, sempre associando a infra estrutura na ampliação de estudos e pesquisas acadêmicas, com o objetivo de potencializar o uso da tecnologia da informação.</p>
<p>Entre as dificuldades superadas no decorrer do caminho, o coordenador da CTI diz que, em 2005, a empresa responsável pelas obras decretou falência, fato que provocou a rescisão do contrato, atrasando a construção do prédio. “A situação trouxe à tona um sentimento inicial de frustração, porém, a vontade de concluir o projeto era maior, contamos com o apoio do CCE e realizamos algumas mudanças na estrutura, como dividir as salas, envidraçar e ampliar alguns espaços, para trazer maior conforto aos funcionários.”</p>
<p>Em meio a um ambiente de satisfação e dever cumprido, o desejo expresso no rosto de todos que ali estavam refletia o espírito da conclusão do projeto que, na opinião de Gil Marques, trará benefícios amplos à comunidade universitária, uma vez que afirma o controle da USP nos assuntos referentes à tecnologia da informação e seu melhor uso no modelo de ensino vigente. “Este é um grande objetivo alcançado pela atual gestão, que se encerra em novembro deste ano.”</p>
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		<title>IME e Microsoft afirmam parceria para desenvolver o compartilhamento de informações entre softwares</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 15:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Espaço Aberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunidade usp]]></category>

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		<description><![CDATA[O uso de diferentes recursos tecnológicos e a comunicação entre eles é um dos pontos relevantes do projeto Por Márcia Scapaticio Flávio Soares Correa da Silva, professor do IME Acordo firmado em maio deste ano une Instituto de Matemática e Estatística (IME) e Microsoft com o objetivo de desenvolver as ferramentas de interoperabilidade entre softwares. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>O uso de diferentes recursos tecnológicos e a comunicação entre eles é um dos pontos relevantes do projeto<br />
</em><em><br />
</em><strong>Por Márcia Scapaticio</strong></p>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_4432" class="wp-caption alignright" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/06/ime-flavio-soares-c-silva-fto-cecilia-bastos.jpg"><img class="size-medium wp-image-4432" title="ime-flavio-soares-c-silva-fto-cecilia-bastos" src="http://espaber.uspnet.usp.br/espaber/wp-content/uploads/2009/06/ime-flavio-soares-c-silva-fto-cecilia-bastos-300x198.jpg" alt="Flavio Soares C. Silva" width="300" height="198" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Flávio Soares Correa da Silva, professor do IME</dd>
</dl>
<p>Acordo firmado em maio deste ano une Instituto de Matemática e Estatística (IME) e Microsoft com o objetivo de desenvolver as ferramentas de interoperabilidade entre softwares. Interoperabilidade é o compartilhamento de informações, para que diferentes sistemas, como, por exemplo, Windows e Linux se comuniquem, realizando um trabalho conjunto.</p></div>
<p><span id="more-4431"></span><br />
Flávio Soares Correa da Silva, professor do IME, é o responsável pela condução dos projetos, um de governo eletrônico e o outro vinculado ao ensino de informática com base em jogos de computador, realizado em parceria com o professor de Sistemas de Informação da EACH Luciano Digiampietri.</p>
<p>O estudo de informática através de jogos de computador incentiva o aprendizado da tecnologia e a integração entre as disciplinas ministradas por Digiampietri. O professor explica que os alunos criam, individualmente, o seu visualizador de videogames, podendo jogar a mesma partida através da web. “Como eu sou responsável por três matérias diferentes, Introdução à Ciência da Computação, Algoritmo e Inteligência Artificial, trabalho para que o projeto se aplique a cada uma delas e os alunos possam trabalhar com o Windows e o Linux sem restrições.”</p>
<p>Já o projeto de governo eletrônico, coordenado diretamente por Correa da Silva, reforça o uso da tecnologia de informação para o apoio a serviços do governo. “Essa pesquisa possibilita o aperfeiçoamento da participação da comunidade em órgãos governamentais, como a Receita Federal e outras instituições, com objetivo de melhorar os serviços prestados aos brasileiros, criando um canal de comunicação. Nossa ideia é nos transformamos num centro competência em governo eletrônico, para entendermos como a tecnologia pode contribuir ao exercício da cidadania e aumento da participação popular.”</p>
<p>Correa da Silva cita um exemplo utilizado em cidades pequenas da Espanha: “Eles desenvolveram um projeto chamado democracia eletrônica, no qual as pessoas podem se manifestar a respeito de leis e problemas do município. Nós pretendemos reproduzi – lo em nossas pesquisas, para futuro uso no país”.</p>
<p>O professor lembra que “no Brasil existe uma iniciativa semelhante, as consultas públicas disponíveis no site: <a href="http://www.governoeletronico.gov.br/" target="_blank">http://www.governoeletronico.gov.br/</a>. O problema é a pouca divulgação desse recurso, além da escolha dos temas, que são feitas diretamente pelo governo, sem consulta popular. É possível pensar numa adaptação desse mecanismo pelas Subprefeituras visando atender as reivindicações dos moradores quanto aos problemas do bairro”.</p>
<p>Todas as possibilidades do recurso da interoperabilidade serão exploradas através do acordo. “O princípio direcionador dos estudos é a pesquisa acadêmica, mas, através dos exemplos, notamos o quanto a comunicação entre diferentes sistemas e o compartilhamento de informações é útil à população, fazendo com que esta perceba os resultados dos estudos teóricos aplicados em seu cotidiano.”</p>
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